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Um Vez Dois Contabilidade estratégica

10/10/2026

Se as vendas parassem amanhã, quantos meses aguentava a tua empresa?

Quase ninguém responde com um número.

E quem não sabe quanto tempo aguenta decide com medo:
aceita trabalho mau, dá descontos que não devia, adia o que era urgente ser feito.

A conta é simples: quanto custa a empresa por mês e quanto tens disponível, tirando o que já é do Estado e dos fornecedores.

Sabes qual é o teu número?

Descobre as diferenças. 👀Há umas semanas, anunciámos que a Um Vez Dois tinha chegado a Pombal.Agora decidimos tornar a c...
09/10/2026

Descobre as diferenças. 👀

Há umas semanas, anunciámos que a Um Vez Dois tinha chegado a Pombal.

Agora decidimos tornar a coisa um bocadinho mais… visível. 😏

A nossa nova placa já está no sítio e, modéstia à parte, achamos que a Rua Dr. Luís Torres ficou um bocadinho mais bonita.

Fiscalidade, contabilidade e apoio à gestão continuam exatamente no mesmo sítio.

A diferença é que agora já não tens desculpa para passar por nós e não reparar. 😉

Se encontraste a diferença, já sabes onde nos encontrar.

📍 Rua Dr. Luís Torres, Pombal

Há erros que não aparecem no extrato bancário.Mas aparecem no fim do ano.Quando trabalhas muito, faturaste bem e, mesmo ...
09/10/2026

Há erros que não aparecem no extrato bancário.

Mas aparecem no fim do ano.

Quando trabalhas muito, faturaste bem e, mesmo assim, não sabes onde ficou o dinheiro.

Normalmente, o problema não está só nas vendas.

Está aqui:

1. Não sabes a margem real de cada serviço ou produto.

Se vendes muito, mas vendes com pouca margem, estás a comprar mais trabalho. Não necessariamente mais lucro.

2. Só falas com o contabilista quando o ano já fechou.

Nessa altura, já não estás a decidir. Estás a descobrir o que deverias ter feito meses antes.

3. Geres o negócio pelo saldo da conta.

Ter dinheiro no banco hoje não significa que a empresa esteja saudável amanhã. Há impostos, salários, fornecedores e compromissos que ainda vão sair.

Estes erros parecem pequenos enquanto tudo corre bem.

Mas quando as vendas abrandam, quando um cliente se atrasa ou quando chega uma nota de liquidação de imposto inesperada, deixam de ser pequenos.

Passam a custar dinheiro a sério.

Há projetos em que gerir bem o dinheiro também é uma forma de gerar impacto social.Foi isso que fizemos com a equipa da ...
06/10/2026

Há projetos em que gerir bem o dinheiro também é uma forma de gerar impacto social.

Foi isso que fizemos com a equipa da ETP Sicó, no âmbito do projeto CRIANÇAS SEM Fronteiras.

Ao longo deste processo, a Um Vez Dois desenvolveu uma intervenção de consultoria formativa em Gestão Financeira, Controlo e Risco, pensada para reforçar a capacidade interna da equipa e melhorar a forma como os recursos eram planeados, acompanhados e controlados.

Não foi uma intervenção feita apenas de teoria.
Trabalhámos sobre a realidade concreta do projeto.

Construímos e testámos mapas de tesouraria.
Analisámos necessidades de caixa e previsões financeiras.
Revimos práticas de controlo.
Identificámos riscos.
Discutimos critérios para a tomada de decisão.
Criámos ferramentas para tornar a informação financeira mais útil no dia a dia.

Foram 90 horas de intervenção, com uma forte componente de co-criação, para que o conhecimento e as ferramentas construídas ao longo do processo ficassem dentro da organização.

O trabalho culminou na criação de um Manual de Gestão Financeira, Controlo e Risco, desenvolvido a partir da realidade da ETP Sicó e pensado para apoiar a equipa na gestão futura do projeto e de outras iniciativas.

Se tens um projeto, empresa ou entidade e sentes que precisas de mais apoio na componente financeira, marca uma reunião gratuita connosco:

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Nem todos os investimentos que parecem baratos são bons negócios.Há pouco tempo, um cliente pediu-nos ajuda para analisa...
05/10/2026

Nem todos os investimentos que parecem baratos são bons negócios.

Há pouco tempo, um cliente pediu-nos ajuda para analisar a possível compra de uma lavandaria.

À primeira vista, parecia uma oportunidade simples:
comprar o negócio, aproveitar os equipamentos, continuar a operação.

Mas os números contavam outra história.

Quando fomos olhar para a faturação, os custos, a origem das receitas e a tendência dos últimos anos, percebemos que a decisão não podia ser tomada só pelo preço de compra.

Havia perguntas importantes por responder:

1. A lavandaria gerava receita pela atividade principal?
2. Os custos batiam certo com um negócio em funcionamento?
3. A faturação dependia de poucos clientes?
4. O lucro era consistente ou tinha sido pontual?
5. O investimento fazia sentido face ao risco?

Foi isso que entregámos ao cliente:
um relatório de consultoria com uma análise clara, sem contabilês, para que ele pudesse perceber se deveria avançar, negociar ou parar.

Porque comprar um negócio sem olhar bem para os números é como entrar numa sala às escuras e esperar não tropeçar.

Se estás a pensar comprar uma empresa, investir num novo projeto ou tomar uma decisão financeira relevante, não vás só pelo instinto.

Marca uma reunião gratuita connosco:

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Guarda este post para voltares a ele antes da tua próxima decisão de investimento.

Escolhes o carro.Pedes a fatura em nome da empresa.Registas a despesa.Mas há um imposto que muitos empresários desconhec...
02/10/2026

Escolhes o carro.
Pedes a fatura em nome da empresa.
Registas a despesa.

Mas há um imposto que muitos empresários desconhecem por completo.

Chama-se tributação autónoma.

Na prática, é um imposto aplicado a algumas despesas da empresa, como viaturas, ajudas de custo, despesas de representação ou bónus.

E no caso das viaturas, pode pesar bastante.

Dependendo do valor de aquisição, do tipo de viatura e da situação fiscal da empresa, a taxa pode chegar aos 32%.

E há um detalhe que muda tudo:

🔥Este imposto pode ser devido mesmo que a empresa não tenha lucro.

Antes de comprares uma viatura pela empresa, olha para três coisas:

1. O valor de aquisição da viatura

Quanto mais cara for, maior pode ser a taxa aplicada.

2. O tipo de viatura

Nem todas têm o mesmo tratamento fiscal. Elétricas, híbridas plug-in e viaturas ligeiras de passageiros têm impactos diferentes.

3. O lucro esperado da empresa

Porque uma empresa com prejuízo pode sofrer agravamentos em algumas tributações autónomas.

Pode marcar uma reunião gratuita connosco aqui:

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01/10/2026

“Eu já tenho contabilista.”

Ainda bem. A tua empresa precisa disso.

Mas a pergunta que interessa é outra:

O teu contabilista ajuda-te a decidir?

É aqui que muitos empresários ficam sozinhos.

Têm impostos entregues.
Têm mapas recebidos.
Têm obrigações cumpridas.

Mas continuam a decidir com base no saldo bancário, na intuição e no “acho que dá”.

Guarda esta pergunta:

Tenho mesmo alguém que me ajuda a gerir o negócio, ou tenho apenas alguém que trata da contabilidade?

Se a resposta te deixou desconfortável, talvez esteja na altura de falarmos.

Marca uma sessão gratuita comigo em https://marketing.umvezdois.pt/reuniao-gratuita/

Com o 2.º pagamento por conta de IRC marcado para 30 de setembro de 2026 (isto é, HOJE!), já olhaste para a estimativa d...
30/09/2026

Com o 2.º pagamento por conta de IRC marcado para 30 de setembro de 2026 (isto é, HOJE!), já olhaste para a estimativa de IRC do ano?

Se a tua empresa vai ter menos lucro do que o previsto, pode fazer sentido suspender ou limitar o 3.º pagamento por conta.

Mas há uma regra importante:

a decisão tem de estar fundamentada.

Ou seja, não basta achar que vais pagar imposto a mais.

Tens de ter uma estimativa atualizada, com base nos números reais do negócio, para perceber se o 3.º pagamento deve ser mantido, reduzido ou suspenso.

Caso contrário, a poupança de hoje pode transformar-se num problema fiscal amanhã.

Antes de decidires, confirma os números.

Marca uma reunião gratuita:

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«Vendia mais todos os meses e sobrava cada vez menos.»É um dos dez casos que temos publicados, e é dos que mais se repet...
27/09/2026

«Vendia mais todos os meses e sobrava cada vez menos.»

É um dos dez casos que temos publicados, e é dos que mais se repete: a faturação cresce, a conta bancária não acompanha, e ninguém sabe dizer para onde vai a margem.

Aí a resposta não foi cortar despesa às cegas.
Foi separar vendas e custos por linha de produto, com a informação que a empresa já tinha, e olhar para cada linha com a gerência.

A decisão de cortar foi dela, com os números à frente.

A contabilidade não te diz o que decidir. Mas devia dizer-te com que números decides.

Olhas para o teu último fecho e consegues dizer que produto te dá dinheiro?

24/09/2026

Se este ano decidiste não dar aumentos porque "não dá", talvez tenhas decidido com metade dos números à frente.

O incentivo fiscal à valorização salarial, no artigo 19.º-B do Estatuto dos Benefícios Fiscais, permite que, em 2026, os aumentos a trabalhadores com contrato sem termo contem a dobrar em IRC.

Uma majoração de 200%, desde que a retribuição média da empresa suba pelo menos 4,6%.

Traduzindo: o aumento continua a sair do teu bolso, mas o custo real, depois de imposto, é menor do que o número que está na folha de pagamentos.

Este incentivo cessa no fim de 2026.
Se quiseres perceber se se aplica ao teu caso, marca uma reunião comigo: https://marketing.umvezdois.pt/reuniao-gratuita/

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