Contabil VIX

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Contabilidade

07/09/2026

O fim da escala 6x1 avançou no Senado. A proposta aprovada pela CCJ prevê a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, dois dias de descanso remunerado e sem redução salarial. Agora, o texto segue para o Plenário.

Mas existe uma parte dessa discussão que precisa sair do discurso e chegar à planilha: quanto essa mudança vai custar para manter a empresa funcionando?

Em uma operação que precisa funcionar seis ou sete dias por semana, reduzir a jornada pode exigir reorganização de turnos, contratação de mais pessoas, horas extras, mudanças de escala ou investimentos para aumentar a produtividade.

E contratar não significa simplesmente acrescentar um salário. Existe todo o custo da folha e da estrutura necessária para manter aquela operação funcionando.

Também existe outra variável: se o custo aumentar, a empresa pode precisar absorver uma margem menor ou repassar parte desse aumento para o preço dos produtos e serviços.

Isso não significa que a mudança necessariamente será ruim para toda empresa. Ganhos de produtividade, redução de turnover e outros efeitos podem entrar nessa conta. O ponto é que não dá para discutir uma mudança dessa dimensão sem discutir quem vai absorver seus custos e como cada setor vai se adaptar.

Quer entender como uma mudança na jornada pode impactar os números da sua empresa? Envie uma mensagem no direct.

05/09/2026

Se a sua empresa está no Simples Nacional, setembro merece atenção. Até o dia 30/09, existe uma decisão importante para quem vai operar com IBS e CBS em 2027.

A empresa poderá manter esses tributos dentro do Simples ou optar por apurá-los pelo regime regular, separadamente. E essa escolha não deve ser feita apenas pensando em qual opção parece mais simples.

Dependendo da atividade, da margem, dos fornecedores e principalmente do perfil dos seus clientes, o regime regular pode permitir o aproveitamento de créditos de IBS e CBS e mudar significativamente o resultado da conta tributária.

Por isso, antes de escolher, é preciso colocar os dois cenários na ponta do lápis e entender qual deles faz sentido para a realidade da sua empresa.

Quer entender qual cenário pode ser mais vantajoso para sua empresa? Envie uma mensagem no direct.

03/09/2026

Fim da escala 6x1. Quem vai pagar essa conta?

A discussão ganhou força novamente: a proposta que avança no Congresso prevê dois dias de descanso remunerado e redução gradual da jornada semanal para 40 horas, sem redução de salário. A mudança ainda precisa ser aprovada pelo Senado para entrar em vigor.

Para o trabalhador, a possibilidade de ter mais tempo de descanso e qualidade de vida é um ponto importante. Mas, para quem administra uma empresa, existe uma outra pergunta que precisa ser colocada na mesa: como manter a mesma operação com menos horas trabalhadas?

Em setores que precisam funcionar todos os dias, como comércio, restaurantes, bares, saúde e outros serviços, a redução da jornada pode exigir contratação de pessoas adicionais, reorganização de turnos, pagamento de horas extras ou mudanças nos processos.

E contratar mais gente não significa apenas acrescentar um salário à folha. Existem encargos, benefícios, treinamento, férias, 13º, custos de recrutamento e toda a estrutura necessária para manter essa nova equipe.

Também existe outro caminho: aumentar a produtividade. Mas isso não acontece automaticamente. Pode exigir tecnologia, automação, revisão de processos e investimento.

O impacto, portanto, pode aparecer de diferentes formas: aumento do custo da folha, necessidade de novas contratações, redução da margem de lucro ou aumento dos preços para o consumidor.

E os efeitos não serão iguais para todos os setores. Estudos e estimativas apresentados ao longo do debate chegam a conclusões diferentes sobre emprego, PIB, produtividade e inflação. Ou seja: ainda existe muita discussão sobre qual será o efeito final da mudança.

Por isso, empresário, se a sua empresa utiliza a escala 6x1, talvez seja hora de parar de esperar a decisão final para começar a fazer as contas.

Quanto custaria para sua empresa operar com uma jornada diferente? Quantas pessoas você precisaria contratar? Sua margem suportaria esse aumento? E quanto precisaria produzir a mais para compensar?

Quer analisar o impacto dessa mudança na sua empresa? Envie uma mensagem no direct.

01/09/2026

Quando um cliente manda uma mensagem ou liga para a sua empresa, existe um motivo: ele precisa de você.

Pode ser uma dúvida, uma decisão importante, um problema que precisa ser resolvido ou simplesmente uma informação que depende da sua equipe.
Por isso, atender bem não é responsabilidade de uma única pessoa. Toda a equipe precisa entender que estar disponível para o cliente também faz parte do trabalho.

Não conseguiu atender na hora? Retorne assim que puder. Recebeu uma mensagem? Responda. Não deixe o cliente esperando sem saber se alguém viu, recebeu ou está cuidando da situação.
Para o cliente, o silêncio da empresa pode parecer descaso. E muitas vezes, ele não sabe se você está ocupado, se esqueceu ou simplesmente não se importa.

Atendimento também é relacionamento. E relacionamento se constrói mostrando ao cliente que, quando ele precisa da sua empresa, ele sabe que pode contar com você.

Cliente que se sente importante permanece.

01/09/2026

Ter controle financeiro não significa apenas saber quanto tem na conta. É saber quanto entra, quanto sai, o que já está comprometido e quanto a empresa realmente pode disponibilizar.

É justamente aí que entra o BPO Financeiro.

Em vez de deixar a rotina financeira espalhada entre planilhas, comprovantes, contas e informações que nem sempre estão atualizadas, uma equipe especializada pode assumir essa operação e organizar contas a pagar e receber, conciliação bancária, fluxo de caixa e relatórios financeiros.

Com essas informações organizadas, você passa a enxergar o financeiro da empresa com mais clareza e consegue tomar decisões com base em números, inclusive definir retiradas sem colocar o caixa em risco.
Não adianta a empresa faturar bem se você não sabe quanto desse dinheiro é realmente seu para retirar.

Quer entender como o BPO Financeiro pode funcionar na sua empresa? Envie uma mensagem no direct.

28/08/2026

Se a sua empresa está no Simples Nacional e atua em um setor que terá redução de 60% nas alíquotas de IBS e CBS, existe uma possibilidade que merece entrar no seu planejamento tributário: o modelo híbrido.

Nesse formato, a empresa continua no Simples para os tributos sobre renda e folha, mas passa a apurar IBS e CBS separadamente, pelo regime regular.
E é justamente aí que pode estar a vantagem: além da redução de 60% nas alíquotas, a empresa pode aproveitar créditos relacionados às suas aquisições, algo que pode mudar bastante a carga tributária efetiva dependendo da operação.

Mas atenção: não existe uma resposta pronta dizendo que o híbrido é melhor para toda empresa.

É preciso colocar os números na mesa e comparar os dois cenários: quanto você paga hoje, quanto pagaria no modelo híbrido, quais créditos poderia aproveitar e qual seria o impacto na operação.
E tem mais um detalhe que precisa entrar nessa conta: a maior complexidade da apuração pode alterar o custo da própria contabilidade.
Antes de escolher, faça a simulação. A melhor opção é a que faz sentido para os números da sua empresa.

Quer entender se esse modelo pode ser vantajoso para o seu negócio? Envie uma mensagem no direct.

26/08/2026

Empresário, essa pergunta parece simples, mas poucos sabem responder com precisão: quanto capital da sua empresa está hoje parado em mercadoria parada?

Estoque parado não é fluxo de caixa que você não tem na mão, fornecedor que você já pagou, e produto que ainda não virou venda.

Muita empresa acha que está com o caixa apertado, quando na verdade o problema é excesso de estoque mal planejado, produto de giro lento ocupando espaço e capital, falta de indicador claro de giro de estoque, compra feita no “achismo”, sem base em dados.
Saber exatamente quanto está parado e por quanto tempo é o primeiro passo pra liberar caixa sem precisar vender mais nem pegar empréstimo.

Se você não sabe responder essa pergunta hoje, esse é um bom sinal de que sua gestão financeira precisa de mais visibilidade.

25/08/2026

Você é dono da empresa. O dinheiro da empresa não é seu.

Parece contraditório, mas é uma das confusões que mais prejudicam a gestão financeira de um negócio.
O capital de giro existe para manter a empresa funcionando: pagar fornecedores, salários, impostos, despesas operacionais e sustentar o intervalo entre o que a empresa precisa pagar e o que ainda vai receber.
Quando o sócio começa a usar esse dinheiro para pagar despesas pessoais, fazer compras ou manter o próprio padrão de vida, ele está retirando da empresa um recurso que deveria continuar financiando a operação.

E o perigo é que, no começo, pode parecer que está tudo bem.

A conta tem dinheiro. As vendas continuam acontecendo. O faturamento está bom.
Até chegar o dia em que a empresa precisa pagar uma obrigação e o dinheiro simplesmente não está mais lá.
Empresa pode ter lucro e, mesmo assim, quebrar por falta de caixa.

Por isso, capital de giro não é dinheiro disponível para o sócio usar quando quiser. É o combustível que mantém a empresa funcionando.
Se você precisa retirar dinheiro da empresa, isso precisa estar planejado e estruturado da forma correta.

Quer entender como separar o dinheiro da empresa das suas finanças pessoais e proteger o caixa do negócio? Envie uma mensagem no direct.

24/08/2026

Toda empresa erra. O que diferencia uma da outra é o que ela faz quando o erro acontece.

Se você percebeu que algo deu errado com um cliente, esperar que ele descubra sozinho pode transformar um problema pontual em uma quebra de confiança.
Assumir o erro, comunicar o cliente antes que ele precise perguntar e mostrar quais medidas estão sendo tomadas muda completamente a percepção.

E é aí que a equipe inteira precisa se movimentar.

Quando um erro acontece, ele não deve ficar escondido dentro de uma pessoa ou de um setor. A empresa precisa tomar conhecimento, acompanhar o cliente, corrigir o problema e oferecer o suporte necessário até que tudo esteja resolvido.
Isso faz o cliente perceber que o problema dele importa. Ele deixa de confiar apenas na pessoa que o atende e passa a enxergar uma empresa inteira comprometida em resolver aquilo que aconteceu.

A transparência mostra ao cliente que, quando alguma coisa sai do esperado, ele pode confiar na empresa para assumir a responsabilidade e resolver.
No fim, é possível que o cliente se lembre muito mais da forma como sua empresa resolveu um erro do que do erro em si.

Errar acontece. O que constrói confiança é a maneira como você assume e resolve.

12/08/2026

As pessoas com quem você conversa, os parceiros que você escolhe, o time que você m***a tudo isso empurra sua ambição pra frente ou vai, aos poucos, acomodando ela.

No seu negócio funciona igual. Se você se cerca de pessoas que só resolvem o básico, sua empresa também para no básico. Se você se cerca de pessoas que pensam junto, que enxergam oportunidade, que puxam pra frente, sua empresa cresce nesse ritmo.

Vale parar e olhar: quem está por perto do seu negócio hoje está estimulando sua ambição ou só mantendo tudo do jeito que sempre foi?
Escolher os parceiros certos é decisão estratégica.

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