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24/10/2026
📊 RADAR ECONÔMICO | 23 DE OUTUBRO DE 2026Inflação, tecnologia e petróleo: três fatores que movimentam os mercados nesta ...
23/10/2026

📊 RADAR ECONÔMICO | 23 DE OUTUBRO DE 2026

Inflação, tecnologia e petróleo: três fatores que movimentam os mercados nesta sexta-feira.

A semana chega ao seu último pregão com acontecimentos relevantes para as expectativas de inflação, juros e crescimento econômico.

🇧🇷 BRASIL | Inflação e Bolsa

O principal destaque de hoje é a divulgação do IPCA-15 de outubro, prevista para as 9h pelo IBGE.

O indicador ajudará a avaliar a trajetória dos preços e poderá influenciar as expectativas para a política monetária brasileira.

Na quinta-feira (22), o Ibovespa recuou 1,15%, encerrando aos 204.120,12 pontos, pelo segundo pregão consecutivo de queda.

🇺🇸 ESTADOS UNIDOS | Tecnologia em correção

O Nasdaq registrou queda de 2,60%, em meio à reavaliação dos elevados investimentos em infraestrutura de inteligência artificial.

O movimento coloca em evidência uma questão importante: o crescimento dos investimentos precisa ser acompanhado da capacidade de gerar resultados econômicos sustentáveis.

🛢️ PETRÓLEO | Pressão sobre a energia

O Brent avançou 4,00%, encerrando a quinta-feira a US$ 113,17 por barril.

A valorização reflete preocupações com a oferta internacional diante das tensões no Oriente Médio.

A manutenção de preços elevados pode pressionar custos de produção, transporte e inflação, influenciando expectativas sobre os juros.

🔎 O QUE ACOMPANHAR?

A trajetória da inflação brasileira, os resultados das empresas americanas, o comportamento do petróleo e a evolução das expectativas fiscais e monetárias.

Compreender o mercado exige olhar além dos movimentos diários e identif**ar os fundamentos econômicos que sustentam as tendências.

📌 Hoje, às 20h: Radar Econômico — Fechamento Semanal.

Uma retrospectiva dos principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

Conteúdo informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.

Fontes: IBGE, B3, Nasdaq, Reuters e Associated Press. Dados de fechamento de 22/10/2026 e agenda de 23/10/2026.

📊 RADAR ECONÔMICO | 22 DE OUTUBRO DE 2026Ibovespa recua após forte alta. O que mudou no mercado brasileiro?Depois de ava...
22/10/2026

📊 RADAR ECONÔMICO | 22 DE OUTUBRO DE 2026

Ibovespa recua após forte alta. O que mudou no mercado brasileiro?

Depois de avançar 1,57% na terça-feira, o Ibovespa encerrou a quarta (21) em queda de 0,86%, aos 206.495,23 pontos.

O índice chegou a superar os 209 mil pontos durante o pregão, mas perdeu força ao longo do dia.

Três fatores estiveram entre os principais destaques:

▪️ Cenário eleitoral: novas pesquisas ampliaram a cautela dos investidores diante das incertezas sobre a condução futura da política econômica.

▪️ Resultados corporativos: a WEG recuou 7,34% após a divulgação de seu balanço trimestral, enquanto Vale também pressionou o índice.

▪️ Realização de lucros: parte da valorização registrada no pregão anterior foi devolvida.

🌎 E no exterior?

Enquanto o Ibovespa recuou, o Nasdaq avançou 1,05%, evidenciando como fatores domésticos podem provocar movimentos diferentes entre mercados.

No Reino Unido, a inflação anual acelerou de 3,1% para 3,5% em setembro, reforçando as preocupações com a persistência das pressões sobre os preços.

Nos Estados Unidos, a agenda desta quinta-feira inclui os pedidos de seguro-desemprego, importante referência para acompanhar o mercado de trabalho americano.

🔎 O que observar daqui para frente?

A trajetória dos juros, o cenário fiscal, os resultados corporativos e os próximos indicadores de inflação.

Na sexta-feira (23), o destaque brasileiro será a divulgação do IPCA-15 de outubro.

O mercado pode mudar de direção em um único pregão. Mas compreender suas tendências exige olhar além das oscilações diárias.

Acompanhe o Radar Econômico para entender os acontecimentos que movimentam a economia e os mercados.

Conteúdo informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada não garante resultados futuros.

Fontes: B3; Reuters; ONS; Banco Central; IBGE. Dados de mercado de 21/10/2026.

BTGPactual

📊 RADAR ECONÔMICO | 20 de outubro de 2026A economia cresce. E os preços?Dois indicadores divulgados ontem ajudam a compr...
20/10/2026

📊 RADAR ECONÔMICO | 20 de outubro de 2026

A economia cresce. E os preços?

Dois indicadores divulgados ontem ajudam a compreender esse contraste.

📈 IGP-10: alta de 1,76% em outubro. O índice da FGV acompanha preços no atacado, no consumo e na construção. Quando matérias-primas e combustíveis f**am mais caros, empresas podem enfrentar custos maiores — e parte dessa pressão pode chegar ao consumidor.

🏭 Monitor do PIB-FGV: crescimento de 0,5% em agosto. O resultado indica recuperação da atividade econômica naquele mês. Na prática, uma economia mais dinâmica pode favorecer produção, serviços e oportunidades de trabalho.

💡 Por que acompanhar os dois?

Porque crescimento e inflação ajudam a explicar o ambiente em que famílias organizam seus orçamentos, empresas planejam seus negócios e o Banco Central avalia as condições para a política de juros.

📅 No radar: o IPCA-15 de outubro, previsto para sexta-feira (23), trará uma nova referência sobre a inflação ao consumidor.

Mais do que acompanhar números, queremos ajudar você a compreender o que eles signif**am.

ADX Invest | BTG Pactual

Fontes: FGV IBRE — IGP-10 de outubro e Monitor do PIB de agosto, divulgados em 19/10/2026; IBGE — calendário do IPCA-15.

Conteúdo informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento.

Inflação forte. Consumo resistente. Juros em queda.O fechamento desta quinta-feira trouxe uma combinação que, à primeira...
16/10/2026

Inflação forte. Consumo resistente. Juros em queda.

O fechamento desta quinta-feira trouxe uma combinação que, à primeira vista, parece contraditória.

Nos Estados Unidos, os dados vieram fortes: o PPI avançou 1,3% no mês e o varejo cresceu 0,8%. Ainda assim, os rendimentos dos Treasuries recuaram ao longo do dia.

A explicação está no contexto.

O mercado não reage apenas ao número divulgado. Ele também incorpora expectativas, composição dos dados, percepção de risco, posicionamento e leitura sobre os próximos passos do Fed.

No Brasil, o varejo avançou de forma mais moderada, reforçando a atenção sobre o ritmo da atividade doméstica.

A mensagem do dia é simples:

o dado explica parte do movimento.
O contexto explica o mercado.

E, entre inflação externa mais resistente e atividade local mais moderada, o custo do dinheiro continua sendo uma das principais variáveis para entender a precif**ação dos ativos.

Hoje o mercado voltou a olhar para uma variável conhecida — e decisiva: o custo do dinheiro.Nos Estados Unidos, o CPI de...
14/10/2026

Hoje o mercado voltou a olhar para uma variável conhecida — e decisiva: o custo do dinheiro.

Nos Estados Unidos, o CPI de setembro veio mais forte, reforçando a percepção de que a inflação ainda exige cautela. A reação apareceu rapidamente nas expectativas de juros, nos Treasuries, no dólar e, principalmente, nos ativos mais sensíveis ao custo de capital.

No Brasil, a leitura de serviços trouxe um sinal mais fraco de atividade, acrescentando uma camada importante à análise: juros elevados lá fora e desaceleração aqui exigem uma leitura mais cuidadosa dos fundamentos.

O ponto central é simples:

quando a inflação demora a ceder, o mercado recalcula quanto vale o dinheiro no tempo.

E, quando isso acontece, muda também a forma como ações, moedas, títulos e demais ativos são precif**ados.

Mais do que acompanhar os números, importa entender como eles se conectam.

O dólar caiu lá fora — e subiu no Brasil.À primeira vista, parece contraditório. Mas o câmbio não responde apenas ao que...
13/10/2026

O dólar caiu lá fora — e subiu no Brasil.

À primeira vista, parece contraditório. Mas o câmbio não responde apenas ao que acontece no exterior.

Enquanto o dólar perdeu força frente a uma cesta de moedas, o real refletiu também fatores domésticos, como expectativas fiscais, juros futuros, percepção de risco e fluxo de capital.

Esse contraste ajuda a lembrar que, nos mercados, a direção global nem sempre determina sozinha o comportamento dos ativos locais.

E o próximo teste já está no radar: amanhã, a inflação americana volta ao centro das atenções com a divulgação do CPI, um dos indicadores mais acompanhados para a leitura sobre juros, Treasuries e apetite por risco.

Mais do que acompanhar a cotação, importa entender o que está por trás do movimento.

Juros Inflação CPI Economia Investimentos

Uma boa história pode continuar sendo boa — e, ainda assim, o preço do ativo cair.O mercado não precif**a apenas crescim...
13/10/2026

Uma boa história pode continuar sendo boa — e, ainda assim, o preço do ativo cair.

O mercado não precif**a apenas crescimento. Ele precif**a expectativas: quanto a empresa pode crescer, em quanto tempo, com qual rentabilidade e a que custo de capital.

Quando os juros permanecem elevados, o dinheiro f**a mais caro, a exigência de retorno aumenta e empresas cujo valor depende mais de resultados futuros tendem a sentir mais esse ajuste.

Por isso, em momentos de forte entusiasmo com determinados setores, vale lembrar:

crescimento, valuation e preço não são a mesma coisa.

Mais do que acompanhar narrativas, o investidor precisa observar se os fundamentos conseguem acompanhar aquilo que já está embutido nas cotações.

Juros Tecnologia InteligenciaArtificial Mercados Economia

A semana terminou com números fortes — mas também com sinais importantes para quem acompanha os fundamentos.A Bolsa avan...
10/10/2026

A semana terminou com números fortes — mas também com sinais importantes para quem acompanha os fundamentos.

A Bolsa avançou, o dólar recuou e o mercado brasileiro encerrou a semana em terreno positivo. Ao mesmo tempo, inflação, petróleo e juros longos voltaram a reforçar uma mensagem conhecida: o preço do dinheiro continua sendo uma das principais variáveis para a precif**ação dos ativos.

No Brasil, o IPCA de setembro reacelerou para 0,82%. No exterior, o Brent permaneceu acima de US$ 100, enquanto os Treasuries seguiram em níveis elevados. Ainda assim, os ativos locais responderam com força ao longo da semana.

O próximo capítulo começa já na semana que vem, com inflação nos EUA, resultados dos grandes bancos e uma agenda global relevante.

Depois dos recordes, a pergunta muda:

o que sustenta os preços daqui para frente?

Mais do que acompanhar movimentos de curto prazo, o investidor precisa entender o que está por trás deles. É essa leitura que transforma informação em decisão.

Ibovespa IPCA Inflação Juros Dólar Petróleo MercadosGlobais

O mercado fechou o dia com sinais importantes: petróleo em alta, juros globais elevados, mercado de trabalho americano a...
09/10/2026

O mercado fechou o dia com sinais importantes: petróleo em alta, juros globais elevados, mercado de trabalho americano ainda resiliente e Ibovespa positivo.

Mas o principal teste vem amanhã.

O IPCA de setembro pode ajudar a recalibrar expectativas sobre inflação, juros futuros e a trajetória da Selic.

Mais do que acompanhar números, o desafio é entender o que eles dizem sobre o preço do dinheiro - e sobre as decisões que vêm depois.

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