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Upwards Auditoria e Consultoria A Upwards é uma empresa de auditoria e consultoria em gestão empresarial e estratégia de negócios

A Upwards é uma empresa de auditoria e consultoria em gestão empresarial e estratégia de negócios, com foco na solução de problemas complexos de gestão e no planejamento estratégico. Assessoramos as corporações na tomada de decisões estratégicas, bem como na formulação de alternativas de modelos de ação, num ambiente de negócios repleto de incertezas, riscos, competição e possibilidades desconhecidas. Nosso negócio é criar diferenciais competitivos e sustentáveis, contribuindo para a transformação e inovação das organizações, e gerando valor agregado aos stakeholders (acionistas, órgãos de gestão, colaboradores, clientes, fornecedores e demais parceiros).

[Série Encerramento 2026 · Tema 2] Sua empresa pode estar carregando no balanço um ativo que vale menos do que o papel d...
14/10/2026

[Série Encerramento 2026 · Tema 2] Sua empresa pode estar carregando no balanço um ativo que vale menos do que o papel diz. E o encerramento é a hora de descobrir.

Seguimos nossa série sobre os temas que definem a qualidade do seu fechamento. Depois das provisões, o tema de hoje é o teste de recuperabilidade — o impairment.

A lógica do CPC 01 é simples de enunciar: um ativo não pode estar registrado por um valor maior do que a empresa consegue recuperar com ele — seja usando, seja vendendo. Quando o valor contábil supera o valor recuperável, a diferença é uma perda por desvalorização que precisa ser reconhecida no resultado.

O ponto que muita empresa ignora: quando o teste é obrigatório.

→ Para máquinas, equipamentos, imóveis e intangíveis de vida útil definida, o teste é exigido sempre que houver indício de perda
→ Para o ágio (goodwill) e intangíveis de vida útil indefinida, o teste é anual e obrigatório — com ou sem indício

E os indícios se acumularam em 2026: uma linha de negócio em queda, uma máquina parada ou subutilizada, uma tecnologia que ficou obsoleta, uma marca que perdeu força, um desempenho econômico pior do que o projetado quando o ativo foi adquirido. Cada um desses é um gatilho que obriga a testar.

Por que isso é mais do que um detalhe contábil:

→ Um ativo superavaliado infla o patrimônio e distorce indicadores — o que engana banco, investidor e o próprio gestor
→ Em M&A, o ágio não testado é uma das primeiras coisas que a due diligence do comprador investiga
→ Ignorar um impairment evidente é o tipo de omissão que gera ressalva de auditoria
→ E um detalhe que gera confusão: impairment não é saída de caixa — o dinheiro, se saiu, já se foi na queda de desempenho. Mas o balanço precisa refletir a realidade.

O que uma empresa bem-preparada faz agora:

1️⃣ Mapear os ativos relevantes e identif**ar indícios de desvalorização ocorridos no ano
2️⃣ Realizar o teste anual obrigatório do ágio e dos intangíveis de vida indefinida
3️⃣ Calcular o valor recuperável (o maior entre valor de venda e valor em uso) onde houver gatilho
4️⃣ Documentar as premissas — porque o teste de impairment é, acima de tudo, um exercício de julgamento fundamentado

Impairment não é pessimismo contábil. É honestidade sobre quanto a empresa realmente tem.

Seus ativos já foram testados para o fechamento de 2026? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Faltam menos de três meses para a maior virada tributária em 40 anos. A pergunta já não é "o que vai mudar" — é "o que a...
13/10/2026

Faltam menos de três meses para a maior virada tributária em 40 anos. A pergunta já não é "o que vai mudar" — é "o que ainda dá tempo de ajustar".

Em 1º de janeiro, a CBS entra em alíquota cheia no lugar de P*S e Cofins, o IPI vai a zero (salvo Zona Franca), o split payment ganha volume e o IBS avança. Não há mais o que debater sobre o cenário — ele está definido. O que ainda está em aberto é o preparo de cada empresa.

E aqui está a boa notícia: outubro, novembro e dezembro ainda são tempo suficiente para fazer o essencial — se a prioridade for certa. O que ainda cabe no calendário, em ordem de urgência:

→ Simular cenários de alíquota e impacto na margem, para em dezembro só plugar o número real
→ Revisar contratos que cruzam a virada e definir quem absorve a mudança de carga
→ Limpar o cadastro mestre — NCM, NBS, CST, regime de cada cliente e fornecedor
→ Testar o ERP e a emissão sob condição real, em ambiente de homologação
→ Fechar a escrituração de 2026 conciliada, sem pendência que contamine janeiro

O que já NÃO dá para deixar para a última hora: a mudança de sistema, o teste de emissão e a limpeza de cadastro. Essas levam semanas, não dias — e começar em dezembro é garantir que janeiro começa torto.

A diferença entre as empresas neste trimestre não será o tamanho nem o setor. Será quem usou outubro para agir e quem deixou para reagir. A reforma vem premiando a antecipação e punindo a espera — e o relógio agora conta a favor de quem já começou.

Sua empresa já definiu as prioridades da virada? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Boa parte do seu balanço não é um fato. É uma opinião fundamentada. E opinião, quando vale dinheiro, precisa ser auditad...
09/10/2026

Boa parte do seu balanço não é um fato. É uma opinião fundamentada. E opinião, quando vale dinheiro, precisa ser auditada.

Provisões, impairment, vida útil de ativos, perdas esperadas, tributos diferidos: as linhas mais relevantes de um balanço não são medidas com régua — são estimadas com julgamento. E é justamente por dependerem de julgamento que elas precisam de um olhar independente que confirme: essa estimativa é razoável, fundamentada e honesta?

É esse olhar que a asseguração independente oferece — e é o que sustenta a Upwards:

✅ Revisão Externa de Qualidade do CFC com relatório ADEQUADO — processos auditados pelos pares e validados
✅ Best Independent Auditing & Consulting Firm 2025 – Brazil (Global Excellence Awards)
✅ Metodologia própria com inteligência artificial, testando a totalidade dos dados — não amostras — para avaliar cada estimativa com profundidade, não por amostragem

No encerramento, testar 100% dos dados faz diferença real: é o que permite enxergar a provisão esquecida, o estoque obsoleto não ajustado, o recebível que não virá — antes que virem ressalva ou, pior, surpresa para quem confia no balanço.

Desde 2014, a Upwards faz do encerramento um ato de rigor: não validar números pelo retrovisor, mas dar ao seu balanço a credibilidade que banco, investidor e sócio exigem antes de confiar.

Um balanço com estimativas bem fundamentadas e asseguradas não é só conformidade. É um ativo de reputação.

Quer fechar 2026 com estimativas que sustentam confiança? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

[Série Encerramento 2026 · Tema 1] A linha do balanço que mais gera ressalva de auditoria não é a que você imagina. São ...
07/10/2026

[Série Encerramento 2026 · Tema 1] A linha do balanço que mais gera ressalva de auditoria não é a que você imagina. São as provisões e contingências.

Começamos aqui nossa série sobre os temas contábeis que definem a qualidade do seu encerramento de 2026. E abrimos pelo que mais tira o sono de auditor: o julgamento sobre o que provisionar, o que divulgar e o que ignorar.

A regra (CPC 25) é clara no conceito, difícil na prática. Uma obrigação presente, derivada de evento passado, com saída provável de recursos e valor estimável, deve virar provisão no balanço. Se a saída é apenas possível, não se provisiona — mas se divulga em nota explicativa. Se é remota, nada.

O problema está nas zonas cinzentas, e é onde as empresas erram:

→ Subprovisionar para não "sujar" o resultado — e deixar o balanço otimista demais, o que o auditor identif**a e questiona
→ Tratar como "remoto" o que o jurídico classif**a como "possível" — e omitir uma divulgação obrigatória
→ Esquecer contingências que se acumularam no ano: processos trabalhistas, autuações fiscais, disputas cíveis, garantias prestadas
→ Não atualizar as estimativas antigas à luz de fatos novos do exercício

Por que isso pesa ainda mais em 2026: provisões e contingências dependem da avaliação do jurídico sobre probabilidade de perda. Com a Reforma Tributária e a enxurrada de mudanças, cresceram as discussões fiscais em aberto — e cada uma precisa ser avaliada quanto ao risco e corretamente refletida no balanço ou na nota.

O que uma empresa bem-preparada faz agora, não em janeiro:

1️⃣ Atualizar com o jurídico o status e a probabilidade de cada processo e contingência
2️⃣ Revisar se as provisões existentes ainda refletem a melhor estimativa à data do balanço
3️⃣ Mapear contingências fiscais novas surgidas na transição da reforma
4️⃣ Documentar o julgamento de cada classif**ação — provável, possível, remota — para sustentar diante da auditoria

Provisão não é sobre pessimismo. É sobre retratar a realidade com honestidade — que é, no fim, o que dá credibilidade ao balanço perante banco, investidor e sócio.

Suas provisões e contingências já estão sendo revisadas para o fechamento? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Todo ano a sua empresa fecha o balanço. Mas o encerramento de 2026 vai ser diferente de todos os que você já viveu — e q...
05/10/2026

Todo ano a sua empresa fecha o balanço. Mas o encerramento de 2026 vai ser diferente de todos os que você já viveu — e quem tratar como rotina vai sentir em janeiro.

Começou o último trimestre. E, com ele, a preparação para fechar as demonstrações financeiras do exercício. Normalmente, é um processo conhecido: concilia, provisiona, deprecia, apura, publica. Este ano, três camadas se somam ao de sempre:

→ A Reforma Tributária em transição, que já exige escrituração paralela de IBS/CBS e muda a lógica fiscal a partir de janeiro
→ A nova DRE (CPC 51 / IFRS 18), para a qual 2026 é o ano comparativo — ou seja, o resultado que você fecha agora reaparece lado a lado com o de 2027
→ O encerramento contábil tradicional, que continua exigindo todo o rigor de sempre nas estimativas e conciliações

O que isso signif**a na prática: 2026 não é um fechamento qualquer. É a fundação sobre a qual todo o novo sistema será construído. Pendência que passa batido agora não f**a no passado — contamina o primeiro balanço da nova era.

Os pontos que exigem atenção redobrada neste encerramento:

1️⃣ As estimativas contábeis (provisões, contingências, impairment, perdas) — onde mora o maior risco de ressalva
2️⃣ A conciliação completa antes do fechamento — bancos, clientes, fornecedores, estoques
3️⃣ A escrituração paralela de IBS/CBS de 2026, que precisa estar íntegra
4️⃣ A documentação dos julgamentos críticos — o que sustenta o balanço diante da auditoria

A boa notícia: outubro, novembro e dezembro são tempo suficiente para fazer isso com método — se começar agora. Em janeiro, sob pressão de prazo e com o sistema novo rodando, não é.

A partir desta semana, vamos trazer aqui, toda semana, um tema contábil que impacta diretamente o seu encerramento de 2026. Uma série para a sua empresa chegar ao fechamento preparada, não surpreendida.

Sua empresa já começou a preparar o encerramento de 2026? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Todo fim de ano, o encerramento do exercício é tratado como burocracia. Neste ano, ele é estratégia — talvez a mais impo...
02/10/2026

Todo fim de ano, o encerramento do exercício é tratado como burocracia. Neste ano, ele é estratégia — talvez a mais importante da década.

Fechar 2026 não é só apurar resultado e entregar obrigação. É a última oportunidade de deixar a casa em ordem antes que o sistema mude por completo em janeiro. O ano-teste que termina é a fundação sobre a qual 2027 será construído — e fundação torta não se conserta com o prédio pronto.

O que um encerramento de 2026 bem-feito entrega para 2027:

→ Escrituração conciliada, sem pendências que contaminam o primeiro balanço do novo sistema
→ Cadastros limpos e sistemas testados, para emitir certo desde o primeiro dia
→ Cenários de alíquota modelados, prontos para o número real quando ele sair
→ Contratos revisados, sem surpresa de margem batendo à porta em janeiro

É esse rigor no fechamento que separa quem começa o ano novo organizado de quem começa apagando incêndio. E é exatamente aí que a Upwards atua:

✅ Revisão Externa de Qualidade do CFC com relatório ADEQUADO — processos auditados pelos pares e validados
✅ Best Independent Auditing & Consulting Firm 2025 – Brazil (Global Excellence Awards)
✅ Metodologia própria com inteligência artificial, testando a totalidade dos dados — não amostras — para achar a pendência antes que ela vire problema em 2027

Desde 2014, a Upwards trata o encerramento do exercício pelo que ele é: não o fim de um ano, mas a preparação do próximo.

Quem fecha 2026 com método começa 2027 na frente. Os outros começam correndo.

Fale com a nossa equipe. Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Hoje, 30 de setembro, vence a opção do Simples híbrido. Enquanto muitos correm para esse prazo, um outro risco silencios...
30/09/2026

Hoje, 30 de setembro, vence a opção do Simples híbrido. Enquanto muitos correm para esse prazo, um outro risco silencioso já está assinado — e vai explodir em janeiro.

São os contratos de longo prazo que cruzam a virada de 2026 para 2027 sem uma única linha sobre a Reforma Tributária.

Pense nos contratos que a sua empresa tem em vigor e que seguem valendo em 2027: fornecimento, prestação de serviços continuados, aluguéis, contratos de obra. Muitos foram assinados sob a lógica de P*S, Cofins, ISS e ICMS. A partir de janeiro, o tributo embutido naquele preço muda — mas o contrato, não.

A pergunta que ninguém fez na hora de assinar: quando a carga tributária mudar, quem absorve a diferença?

Se o contrato não responde isso, o problema sai da área fiscal e cai no colo do jurídico:

→ Um lado entende que o preço deve ser reajustado pela nova carga; o outro, que o preço é o preço
→ Contratos sem cláusula de revisão tributária viram fonte de disputa sobre quem perdeu margem
→ Operações de longo prazo com preço fechado podem ter a rentabilidade corroída da noite para o dia
→ Em contratos B2B, o creditamento do cliente também muda — e isso reabre a conversa de preço

O que uma empresa organizada faz antes da virada:

1️⃣ Levantar todos os contratos que produzem efeitos em 2027
2️⃣ Identif**ar quais têm — e quais não têm — cláusula de reequilíbrio por mudança tributária
3️⃣ Simular o impacto da nova carga sobre a margem de cada contrato relevante
4️⃣ Renegociar ou aditar antes de janeiro, quando a mudança já for fato consumado

Reforma Tributária não é só um tema de sistema fiscal. É um tema de contrato, de margem e de relação comercial. E o melhor momento para tratar disso é agora — enquanto ainda é conversa, não litígio.

A expertise da Upwards está em ler o impacto da reforma onde ele costuma passar despercebido: na letra dos contratos que já estão assinados.

Seus contratos de 2027 já preveem a mudança de carga? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Sua empresa pode ter poucos dias para reagir à alíquota que vai definir seu preço em 2027. E a maioria vai esperar senta...
28/09/2026

Sua empresa pode ter poucos dias para reagir à alíquota que vai definir seu preço em 2027. E a maioria vai esperar sentada por esse número.

A alíquota de referência da CBS — o tributo que substitui P*S e Cofins em 1º de janeiro de 2027 — ainda não foi oficialmente divulgada. A proposta de cálculo foi encaminhada ao TCU, mas a Receita declarou expressamente não ter estimativa prévia. E há uma discussão real de que o número saia apenas em dezembro de 2026, com efeitos já em janeiro de 2027.

Leia de novo: a alíquota que vai redefinir preço, margem e caixa pode ser conhecida a poucos dias de entrar em vigor.

O erro estratégico é tratar isso como "vou me planejar quando sair o número". Quem espera o número para começar a pensar vai ter dias — não meses — para reprecif**ar, renegociar e reprogramar sistemas. É tempo insuficiente para uma mudança dessa magnitude.

A empresa preparada faz o contrário: trabalha com cenários antes do número existir.

O que isso signif**a na prática:

→ Simular o impacto de diferentes faixas de alíquota sobre preço, margem e fluxo de caixa — para chegar em dezembro com o modelo pronto, só faltando "plugar" o número real
→ Mapear onde a empresa ganha ou perde com o creditamento amplo do novo sistema
→ Identif**ar os produtos e serviços cuja margem é mais sensível à mudança
→ Ter a decisão de repasse ou absorção já pensada, não improvisada sob pressão

Um lembrete que quase ninguém conecta: em 2027, lucro presumido e lucro real passam a ter a mesma CBS e as mesmas regras de crédito. Para muitas empresas do presumido, 2026 é o último ano de um regime que acaba — e a decisão de migração ou ajuste de estratégia precisa ser feita agora, não quando a conta chegar.

O número da alíquota você não controla. O tempo de reação, sim — se começar antes de ele existir.

Sua empresa já está simulando cenários para 2027? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Decisão com prazo curto é onde o palpite mais custa caro. E onde o método mais se paga.Sob pressão de calendário — como ...
25/09/2026

Decisão com prazo curto é onde o palpite mais custa caro. E onde o método mais se paga.

Sob pressão de calendário — como a opção do Simples que vence dia 30 —, a tentação é decidir rápido para "tirar da mesa". Mas velocidade sem análise não é eficiência: é risco disfarçado de agilidade. As decisões tributárias e contábeis da reforma têm efeito plurianual e reversão limitada. Errar rápido é errar por mais tempo.

É por isso que, nos momentos de prazo apertado, o valor de um parceiro técnico com método aumenta — não diminui:

✅ Revisão Externa de Qualidade do CFC com relatório ADEQUADO — processos auditados pelos pares e validados
✅ Best Independent Auditing & Consulting Firm 2025 – Brazil (Global Excellence Awards)
✅ Metodologia própria com inteligência artificial, testando a totalidade dos dados — que transforma decisão apressada em decisão informada, mesmo com o relógio correndo

Método não é o oposto de velocidade. É o que permite decidir rápido e certo ao mesmo tempo — porque a análise já está estruturada, os cenários já estão modelados, e a escolha se apoia em dado, não em intuição.

Desde 2014, a Upwards ajuda empresas a tomarem decisões sob prazo com a segurança de quem analisou — não com a torcida de quem chutou.

Quando o calendário aperta, método é o que separa a decisão boa da decisão apenas rápida.

Fale com a nossa equipe. Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

Uma decisão que os seus fornecedores estão tomando este mês pode reduzir o crédito tributário da sua empresa em 2027. E ...
23/09/2026

Uma decisão que os seus fornecedores estão tomando este mês pode reduzir o crédito tributário da sua empresa em 2027. E você provavelmente não foi avisado.

Enquanto CFOs de grandes empresas acompanham split payment e nova DRE, uma decisão silenciosa acontece na base da cadeia: até 30 de setembro, cada fornecedor optante do Simples Nacional decide se vai recolher IBS e CBS pelo regime regular ou manter tudo dentro do DAS.

Por que isso é problema seu, e não só dele:

A partir de 2027, quando a CBS substitui P*S e Cofins e o IBS avança, o crédito que a sua empresa vai apropriar nas compras depende diretamente dessa escolha do fornecedor.

→ Fornecedor que opta pelo regime regular: destaca e transfere o crédito de IBS/CBS. Sua empresa se credita.
→ Fornecedor que f**a na regra geral do DAS: recolhe de forma unif**ada, sem transferir crédito pleno. Sua empresa compra sem o crédito correspondente — e o custo efetivo daquela compra sobe.

Traduzindo para a sua margem: dois fornecedores com o mesmo preço de tabela podem ter custos efetivos diferentes para a sua empresa em 2027, dependendo de uma decisão que eles estão tomando agora, em setembro de 2026 — muitas vezes sem entender o impacto que geram na sua cadeia.

O que uma empresa compradora atenta faz agora:

1️⃣ Mapear quais fornecedores relevantes são optantes do Simples
2️⃣ Abrir a conversa com eles sobre a opção pelo regime regular antes de 30/09
3️⃣ Reavaliar a matriz de fornecedores considerando o crédito efetivo, não só o preço
4️⃣ Modelar o impacto no custo de 2027 de cada cenário de cadeia

A Reforma Tributária transformou a gestão de fornecedores numa questão de crédito tributário. Quem enxergar a cadeia inteira — e não só o próprio CNPJ — sai na frente.

A expertise da Upwards está em ler a cadeia de créditos de ponta a ponta, para que a sua empresa não descubra em 2027 um custo que podia ter sido conversado em 2026.

Sua empresa mapeou o impacto da decisão dos seus fornecedores? Comente DIAGNÓSTICO ou nos envie um direct.

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