08/09/2026
Muitos profissionais mantêm-se na informalidade por acreditarem que a contabilidade é um custo desnecessário. No entanto, existe um ponto de virada matemática claro. Na Pessoa Física, ao receber honorários de pacientes, você está sujeito ao recolhimento mensal obrigatório do Carnê-Leão e às alíquotas progressivas do Imposto de Renda que chegam a 27,5%, somadas aos 20% de contribuição previdenciária sobre o teto ou salário-base.
Quando o faturamento do profissional ultrapassa a faixa de R$ 4.000 a R$ 5.000 mensais, manter-se no CPF torna-se altamente desvantajoso. Ao constituir uma Microempresa (ME) no Simples Nacional — avaliando o benefício do Fator R (onde o pró-labore corresponde a 28% ou mais da receita bruta) —, a tributação inicial pode cair para faixas próximas a 6% sobre o faturamento. O que você economiza de impostos anualmente supera com folga o investimento em uma assessoria contábil especializada.