06/10/2026
Dá para reduzir bastante o risco observando alguns pontos importantes.
Os golpes mais comuns alteram principalmente o beneficiário ou o código de barras/Pix, mantendo aparência, logo e valores muito parecidos com os verdadeiros.
Antes de pagar um boleto, confira:
- Beneficiário na tela do banco: este é um dos pontos mais importantes. Depois de ler o código de barras, confirme se o nome e o CPF/CNPJ correspondem à empresa ou pessoa que deveria receber.
- Valor e vencimento: veja se batem com a cobrança esperada.Origem do boleto: desconfie de boletos enviados inesperadamente por WhatsApp, SMS ou e-mail, especialmente quando dizem que houve “segunda via”, “desconto urgente” ou mudança de dados para pagamento.
- Código de barras: boletos bancários normalmente têm 47 ou 48 dígitos na linha digitável. O início do código identifica o banco emissor, mas isso sozinho não garante autenticidade. Erros ou aparência estranha: logos borrados, textos desalinhados, português ruim ou informações diferentes das habituais são sinais de alerta — embora boletos falsos possam parecer perfeitamente profissionais.
- Site usado para emitir: para segunda via, entre diretamente no site ou aplicativo oficial da empresa. Evite clicar em links recebidos.
- Pagamento por Pix dentro do boleto: confira cuidadosamente o nome do recebedor antes de confirmar. Um QR Code pode ser substituído por fraudadores.
Um detalhe importante: não confie apenas no boleto impresso ou no PDF. A melhor verificação acontece na tela final do aplicativo do banco, porque ali aparece quem efetivamente receberá o dinheiro. Se aparecer, por exemplo, uma cobrança da companhia de energia, mas o banco mostrar como recebedor uma pessoa física ou uma empresa desconhecida, não pague.
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