18/08/2026
Em 2026, empresários e investidores de alta renda precisam f**ar atentos a uma nova regra do Imposto de Renda.
A tributação mínima passa a considerar pessoas físicas com renda anual superior a R$ 600 mil.
Na prática:
✅ Entre R$ 600 mil e R$ 1,2 milhão por ano: a alíquota é progressiva.
✅ Acima de R$ 1,2 milhão por ano: pode chegar a 10%.
A base de cálculo considera diferentes tipos de rendimentos, incluindo salários, investimentos e dividendos, conforme as regras aplicáveis.
O objetivo da mudança é estabelecer um patamar mínimo de tributação para rendas mais altas.
Para empresários que recebem valores da própria empresa, a organização entre pessoa física e pessoa jurídica passa a ser ainda mais importante.
O momento é de revisar o planejamento e entender como essa regra pode impactar sua realidade.
Compartilhe com outro empreendedor que precisa conhecer essa mudança.
11/08/2026
A holding familiar ganhou mais atenção entre empresários nos últimos anos, mas ainda existem muitos mitos sobre ela.
Na prática, uma holding é uma empresa criada para controlar participações em outros negócios ou organizar determinados patrimônios da família.
Ela pode ser utilizada para:
✅ Organizar a sucessão familiar.
✅ Centralizar a participação em empresas.
✅ Melhorar a gestão patrimonial.
✅ Criar uma estrutura mais organizada para decisões futuras.
Mas atenção: abrir uma holding não signif**a automaticamente pagar menos imposto.
Cada caso precisa ser analisado considerando patrimônio, empresas envolvidas, objetivos da família e regras tributárias aplicáveis.
Uma estrutura feita sem planejamento pode gerar custos desnecessários e não trazer os benefícios esperados.
Antes de criar uma holding, o ideal é avaliar se ela realmente faz sentido para a realidade da empresa e da família.
Compartilhe com outro empresário que precisa entender melhor esse assunto.
08/08/2026
Hoje quem completa mais um ano de vida é a nossa supervisora do setor fiscal Rosangela.
Saúde, sucesso e muitas felicidades no seu novo ciclo 🎊🎉😍🥳
Rô
06/08/2026
A forma como sua empresa distribui lucros mudou em 2026.
Desde janeiro, pagamentos de dividendos acima de R$ 50 mil por mês feitos por uma mesma empresa para uma mesma pessoa passaram a ter retenção de 10% de Imposto de Renda.
Na prática:
✅ Até R$ 50 mil por mês: mantém a isenção.
✅ Acima desse valor: há retenção de 10% sobre o excedente, conforme as novas regras.
Um ponto importante: o limite considera cada empresa pagadora e cada beneficiário.
Além disso, existe uma regra de transição para lucros apurados até 31/12/2025, desde que cumpridos os requisitos legais.
Por isso, empresários que costumam retirar valores maiores da empresa precisam revisar o planejamento da distribuição de lucros.
Não é apenas sobre pagar imposto. É sobre organizar a estrutura da empresa da melhor forma possível.
Compartilhe com outro empreendedor que precisa entender essa mudança.
04/08/2026
Agosto traz uma mudança importante na rotina fiscal das empresas.
A partir de 1º de agosto de 2026, documentos fiscais eletrônicos passam a incluir informações relacionadas à CBS e ao IBS, novos tributos da transição do sistema tributário.
Na prática, o principal cuidado agora é operacional:
✅ Verif**ar se o sistema emissor de notas já foi atualizado.
✅ Confirmar com o fornecedor do software se os novos campos estão habilitados.
✅ Evitar problemas na emissão dos documentos fiscais.
Neste primeiro momento, a inclusão dessas informações faz parte da fase de adaptação e te**es do novo modelo.
Empresas que emitem NF-e, NFC-e, NFS-e ou utilizam sistemas próprios precisam f**ar atentas para garantir que tudo esteja funcionando corretamente.
A mudança não precisa virar um problema, mas deixar para depois pode gerar dificuldades quando a nova regra entrar em funcionamento.
Compartilhe com outro empreendedor que precisa f**ar atento a essa mudança.
28/07/2026
Muita gente quer sair da CLT e virar PJ achando que vai economizar. Mas abrir empresa tem custo fixo que quase ninguém calcula.
Custos básicos de uma PJ:
Contabilidade: R$ 300 a R$ 800/mês
Pró-labore: R$ 1.412 + INSS (~R$ 169)
Certif**ado digital: R$ 15 a R$ 30/mês
Impostos (Simples/Presumido): varia, em média R$ 100 a R$ 500+
Custo mínimo mensal real:
Com pró-labore → cerca de R$ 1.500 a R$ 2.500/mês só para manter a empresa aberta.
Comparação rápida:
* MEI: R$ 55 a R$ 65/mês (mas limite de R$ 81 mil/ano)
* Simples Nacional: R$ 400 a R$ 1.000/mês
* PF: sem custo fixo, mas maior carga de imposto
Quando compensa:
MEI: até ~R$ 6 mil/mês
Simples PJ: ~R$ 6 mil a R$ 20 mil/mês
Lucro Presumido: acima de ~R$ 20 mil/mês
Regra simples: não sai da CLT sem saber quanto precisa faturar só pra cobrir os custos da empresa.
Se pra manter sua renda você precisa faturar R$ 15 mil/mês, isso muda totalmente a decisão.
Compartilhe com quem está pensando em virar PJ.
24/07/2026
Vamos falar de dedução de despesas na PJ, porque aqui muita gente erra e depois tem problema com a Receita.
Despesas que entram:
Materiais de trabalho (insumos, papel, tinta, peças, combustível de entrega)
Serviços (contador, marketing, consultoria, freelancers)
Estrutura (aluguel, condomínio, luz, água, internet e telefone proporcional ao uso)
Equipamentos (computador, impressora, ferramentas, mobiliário)
Despesas que geram erro ou risco:
Carro: só se for 100% uso profissional
Celular: apenas se exclusivo do trabalho
Combustível pessoal: não entra
Academia e alimentação pessoal: nunca entram
Refeições: só com comprovação de reunião de negócio
Viagens: apenas a trabalho comprovado (turismo não entra)
Regra simples: só deduza o que é necessário para a operação da empresa.
Sempre com nota, recibo e comprovação.
Se tiver dúvida, não chute, fale com o contador antes.
A Receita cruza informações e inconsistências podem gerar problemas na fiscalização.
Compartilhe com quem é PJ.
22/07/2026
Essa é uma conversa que muitos médicos evitam, mas deveria estar na mesa: estrutura fiscal faz diferença real no bolso.
Vamos aos números.
Um médico que fatura R$ 30 mil por mês (R$ 360 mil por ano) como pessoa física paga, em média, entre 35% e 38% somando Imposto de Renda e INSS.
Já o mesmo médico como PJ no Lucro Presumido f**a em uma carga aproximada de 11% a 15%, considerando IRPJ, CSLL e PIS/Cofins.
Na prática, isso pode representar uma diferença relevante ao longo do ano no valor líquido que sobra.
Além disso, como PJ é possível deduzir despesas como aluguel de consultório, equipamentos, internet, telefone, equipe e seguro de responsabilidade civil. Como pessoa física, esses custos não entram na conta do imposto.
Mas atenção: não é só abrir CNPJ e pronto. É preciso estrutura contábil, controle de documentos e análise correta do regime tributário.
Nem sempre PJ é a melhor opção para quem está começando. Para quem já tem faturamento maior e recorrente, normalmente faz mais sentido.
O ponto principal é simples: não decidir no escuro. Simular PF, PJ e outras possibilidades com base na sua realidade.
Compartilhe com colegas médicos.
14/07/2026
O novo sistema tributário trouxe uma novidade que muita gente ainda não conhece. Se você trabalha por conta própria e fatura pouco, vale atenção.
O nanoempreendedor é uma nova categoria para quem fatura até R$ 40.500 por ano, quer atuar de forma legalizada, não quer lidar com CNPJ e busca simplicidade com baixo custo.
Diferenças básicas: o nanoempreendedor atua com CPF, sem CNPJ e f**a isento de IBS e CBS. O MEI já tem CNPJ, paga guia mensal e tem limite de R$ 81 mil por ano. Já o autônomo informal não tem proteção legal.
Podem se enquadrar atividades como entregadores, manicures, eletricistas, pintores, artesãos, técnicos, consultores, personal trainers e fotógrafos, entre outras não regulamentadas.
As principais vantagens são isenção de IBS e CBS, menos burocracia que o MEI, acesso facilitado a crédito e contribuição para o INSS.
Se você trabalha sozinho e quer sair da informalidade, pode ser uma alternativa interessante. A regulamentação ainda está em andamento no Congresso, mas já vale analisar o impacto no seu caso.
Compartilhe com quem trabalha por conta própria.
10/07/2026
A gente assiste The Office e ri da Dunder Mifflin. Mas muita empresa funciona exatamente assim.
Empresa cresce, mas ninguém sabe quem aprova o quê. Cada um decide do próprio jeito. Documentos espalhados. Custos pouco claros. Sócios fazendo funções que não são deles. Dinheiro entra e sai sem visibilidade real.
Isso é caos administrativo.
E diferente da série, no mundo real isso custa caro: retrabalho, erros, risco fiscal e desgaste constante da gestão.
A saída não é complexa, mas exige estrutura:
Processos definidos (quem faz o quê)
Regras claras de aprovação de despesas
Fluxo de caixa organizado
Contabilidade alinhada com a gestão
Responsabilidades bem distribuídas entre sócios
Quando isso se organiza, a empresa muda de nível. Menos ruído, mais controle, mais lucro e menos estresse.
Se sua empresa parece um episódio de The Office, talvez seja hora de ajustar a estrutura.
Compartilhe este post com outro empresário que vive esse tipo de caos na operação.