Focco Contabilidade

Focco Contabilidade

Compartilhar

Ef**azes, com agilidade e sempre com foco nos nossos clientes.

A missão da empresa Focco Contabilidade é fornecer soluções que atendem por completo as demandas de nossos clientes, sempre com muita eficácia e precisão nas orientações.

11/06/2026

O padrão nacional da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) passará por novas adequações para incorporar as exigências da Reforma Tributária sobre o Consumo. A principal atualização está prevista na Nota Técnica SE/CGNFS-e nº 009, que inclui no modelo nacional da NFS-e o módulo voltado à aplicação das novas regras relacionadas ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

As mudanças foram discutidas nesta terça-feira (9), durante reunião presencial do Grupo de Trabalho (GT) Empresas do Comitê Gestor da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (CGNFS-e), realizada na Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O debate reuniu representantes do setor privado, empresas de tecnologia, desenvolvedores de sistemas, ERPs, software houses e integrantes do comitê.

Entre os pontos técnicos em análise estão as novas regras para emissão da NFS-e em operações envolvendo serviços sobre bens imóveis, incluindo a definição do local da prestação do serviço. Também foram discutidos os impactos fiscais da locação de bens móveis e imóveis dentro do novo modelo tributário.

Outro tema de destaque foi o tratamento do Simples Nacional durante o período de transição da Reforma Tributária. As adequações deverão considerar os impactos para micro e pequenas empresas, especialmente em relação à emissão de documentos fiscais e ao cumprimento das novas obrigações acessórias.

As chamadas notas de ajuste também estiveram na pauta. O objetivo é alinhar os fluxos operacionais para correções, ajustes e estornos dentro do padrão nacional da NFS-e, garantindo maior segurança para contribuintes, municípios e empresas responsáveis pela integração dos sistemas.

Durante a reunião, o presidente do CGNFS-e e gerente da Área Técnica de Finanças e Tributação da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Alex Carneiro, destacou o papel das empresas de tecnologia na consolidação do padrão nacional da NFS-e. Segundo ele, o avanço do modelo depende diretamente da atuação de desenvolvedores, ERPs e software houses nos te**es de homologação e nas discussões técnicas realizadas semanalmente.

09/06/2026

A carga tributária do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) alcançou o maior patamar dos últimos 14 anos, reforçando a pressão tributária sobre empresas e contribuintes em um momento de desaceleração econômica e juros elevados. O avanço ocorre em um cenário de crescimento da arrecadação federal e de maior utilização do tributo como instrumento fiscal pelo governo.

O aumento do peso do IOF acompanha uma tendência mais ampla observada nas contas públicas. Dados do Tesouro Nacional mostram que a carga tributária bruta brasileira atingiu 32,40% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, o maior nível da série histórica iniciada em 2010. Nesse contexto, a arrecadação proveniente das operações sujeitas ao IOF ganhou destaque e voltou aos maiores níveis registrados desde 2012.

O resultado acende um alerta entre empresários, especialistas tributários e representantes do setor produtivo, que veem no crescimento da tributação um fator adicional de pressão sobre investimentos, consumo e tomada de crédito.
O IOF incide sobre diversas operações financeiras, incluindo empréstimos, financiamentos, câmbio, seguros e investimentos. Por possuir caráter regulatório e arrecadatório, suas alíquotas podem ser alteradas pelo governo sem necessidade de aprovação do Congresso Nacional.

Nos últimos anos, o imposto voltou a ganhar relevância diante da necessidade de reforço das receitas federais. Além disso, o aumento do volume de operações financeiras realizadas por empresas e pessoas físicas também contribuiu para a expansão da arrecadação.

Especialistas apontam que o crescimento das operações de crédito corporativo, das transações cambiais e dos financiamentos ajudou a elevar a participação do tributo nas receitas da União.
O aumento da carga tributária do IOF afeta diretamente o custo do dinheiro para empresas de todos os portes.

Na prática, operações de crédito utilizadas para capital de giro, expansão de atividades, aquisição de equipamentos e reforço de caixa tornam-se mais onerosas. O impacto é ainda mais sensível para micro e pequenas empresas, que normalmente dependem mais de financiamento bancário para manter suas operações.

05/06/2026

O prazo oficial para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 terminou no fim de maio, mas isso não signif**a que os contribuintes estejam livres da fiscalização da Receita Federal. Mesmo após o envio do documento, milhões de brasileiros ainda podem cair na chamada malha fina caso sejam identif**adas inconsistências, omissões ou divergências nas informações prestadas ao Fisco.

A Receita continua realizando o cruzamento eletrônico de dados enviados por empresas, bancos, planos de saúde, cartórios e instituições financeiras. Quando o sistema encontra diferenças entre os dados do contribuinte e os registros informados por terceiros, a declaração f**a retida para análise.
Entre os principais motivos que levam uma declaração à malha fina estão:

– omissão de rendimentos próprios ou de dependentes;– despesas médicas sem comprovação;– divergência de valores de salários, aposentadorias ou investimentos;– erro na inclusão de dependentes;– informações incorretas sobre bens e imóveis;– inconsistências em ganhos com aluguel ou aplicações financeiras;– deduções indevidas de educação ou previdência.

Segundo especialistas tributários, muitos contribuintes acabam esquecendo rendimentos secundários, como trabalhos temporários, pensões, ações judiciais ou movimentações financeiras em diferentes bancos.
O acompanhamento pode ser feito diretamente no portal e-CAC ou pelo aplicativo da Receita Federal. O sistema informa se a declaração está “em processamento”, “em fila de restituição” ou “com pendências”.

Quando há retenção, o contribuinte consegue visualizar qual informação apresentou divergência e pode corrigir os dados antes mesmo de ser intimado oficialmente.

02/06/2026

As negociações sobre o reajuste do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) e das empresas do Simples Nacional ganharam força nesta última semana de maio de 2026, em Brasília, mas um impasse entre o governo federal e a Câmara dos Deputados passou a dificultar o avanço da proposta. Enquanto parlamentares defendem uma atualização ampla dos limites do regime simplif**ado, a equipe econômica tenta restringir as mudanças apenas ao MEI para evitar impactos nas contas públicas.

O debate se intensificou após o Congresso acelerar a tramitação de projetos que reajustam os tetos do Simples sob o argumento de que os valores estão defasados pela inflação há vários anos.
Nos bastidores, o Palácio do Planalto e o Ministério da Fazenda articulam uma proposta mais enxuta, focada apenas no MEI.

A avaliação da equipe econômica é que ampliar todas as faixas do Simples Nacional poderia provocar forte redução de arrecadação para União, estados e municípios.

Estimativas de secretarias estaduais da Fazenda apontam que uma atualização completa das faixas superiores do regime poderia gerar perdas de até R$ 14,5 bilhões em tributos como ICMS e ISS

30/05/2026

O senador Rogerio Marinho (PL-RN) apresentou, nesta quinta-feira (28), uma proposta de emenda à Constituição para permitir a opção quanto à jornada de trabalho (PEC 12/2026). Pela proposta, seria possível escolher entre o regime comum previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas. O empregador poderia, assim, pagar ao empregado somente as horas efetivamente trabalhadas.

A PEC deixa claro que o contrato individual vai prevalecer sobre possíveis acordos coletivos. Os benefícios como FGTS, férias e 13º salário também seriam proporcionais às horas trabalhadas.

De acordo com o senador Rogerio Marinho, a proposta busca ampliar a liberdade e a autonomia do trabalhador na escolha de sua jornada de trabalho e, consequentemente, na definição proporcional de sua remuneração.

O senador argumenta que, com a alteração constitucional, o trabalhador poderá decidir o modelo de jornada que melhor atenda às suas necessidades, conciliando vida pessoal com trabalho. A medida também possibilitaria, acrescenta o senador, que o trabalhador adapte sua rotina às demandas e oportunidades do mercado de trabalho.

"Se você quiser trabalhar 20 horas, 30 horas, 40 horas, 50 horas, é possível. E que você seja remunerado pela sua atividade e pela sua disponibilidade em relação ao seu empregador. É assim que acontece, por exemplo, nos Estados Unidos", defendeu o senador.

28/05/2026

A Receita Federal do Brasil encerra nesta sexta-feira (29) o prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026. Quem é obrigado a declarar e ainda não enviou o documento deve regularizar a situação para evitar multa e problemas cadastrais no CPF.

A penalidade mínima para quem perder o prazo é de R$ 165,74, mas o valor pode chegar a 20% do imposto devido.
Neste ano, a Receita ampliou o uso da declaração pré-preenchida, que importa automaticamente dados enviados por empresas, bancos e planos de saúde.

Apesar da praticidade, especialistas orientam que o contribuinte revise todas as informações antes do envio para evitar inconsistências.

A Receita também mantém prioridade na restituição para quem utilizar a declaração pré-preenchida e optar por receber via Pix com CPF.
Os principais motivos que levam contribuintes à malha fina continuam sendo:

omissão de rendimentos;
divergência de valores;
despesas médicas sem comprovação;
informações incorretas de dependentes.
A recomendação é guardar recibos, notas fiscais e comprovantes por pelo menos cinco anos.

26/05/2026

O deputado Leo Prates (Republicanos-BA) apresentou, nesta segunda-feira (25/5), o relatório da PEC 221/19, que prevê a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e oito horas diárias. O parecer foi lido na comissão especial e já pode ser votado. Em caso de pedido de vista, porém, a apreciação passa para quarta-feira (27/5).

O relatório prevê reduzir, no prazo de 1 ano, a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso semanal remunerado, sendo um preferencialmente no domingo, e sem redução salarial. A aplicação ocorreria em duas fases. Primeiro, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, passaria a valer a obrigatoriedade de dois dias de folga, e a jornada seria reduzida de 44 para 42 horas semanais. Após 1 ano da promulgação, seria feita a redução de 42 para 40 horas.

“Esse período de transição permite que os empregadores busquem ganhos de eficiência para absorver o aumento imediato do custo do trabalho. A aplicação gradativa da alteração, portanto, harmoniza o objetivo de equidade com a necessidade de eficiência econômica de longo prazo, permitindo que os empregadores ajustem seus custos fixos e variáveis”, argumentou Prates em seu relatório.
Respeitados os limites máximos de jornada e escala, o relatório deixa para as negociações coletivas a definição de regras mais específ**as, como o número de horas corridas por dia. Com isso, pretende-se permitir jornadas como as de profissionais que fazem plantão ou que precisam trabalhar mais de oito horas diárias.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), prevê levar o projeto ao plenário assim que for aprovado na comissão, o que pode acontecer ainda nesta semana.

21/05/2026

O governo federal confirmou a liberação de R$ 8,4 bilhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para o dia 26 de maio.

O benefício alcança 10,5 milhões de trabalhadores que optaram pelo Saque-Aniversário e tiveram o contrato encerrado por demissão sem justa causa entre janeiro de 2020 e dezembro de 2025, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O novo saque FGTS liberado pelo governo será destinado aos trabalhadores que reúnem as duas condições abaixo:

Optaram pelo Saque-Aniversário antes da demissão sem justa causa
Foram desligado sem justa causa entre janeiro de 2020 e dezembro de 2025
Quem se enquadra nesse perfil receberá o valor automaticamente, sem precisar solicitar nada.

Para saber o valor exato que vai receber, basta acessar o aplicativo do FGTS com CPF, entrar na conta vinculada e verif**ar o saldo disponível.

18/05/2026

A Receita Federal publicou nesta última quinta-feira (14) a Portaria Coana nº 193/2026, que cria novas obrigações para empresas participantes do Programa Remessa Conforme, incluindo regras de transparência sobre a cobrança do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) nas compras internacionais.

A norma também estabelece mecanismos de monitoramento das plataformas e vendedores cadastrados no programa e já entrou em vigor na data de publicação no Diário Oficial da União.

As mudanças foram divulgadas dois dias após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar a Medida Provisória nº 1.357/2026, que zerou o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50 — medida popularmente conhecida como fim da “taxa das blusinhas”.
Com a nova portaria, as plataformas do Remessa Conforme deverão informar de forma clara e detalhada todos os valores cobrados dos consumidores nas operações internacionais.

Entre as informações obrigatórias estão:
valor do frete;
seguro;
descontos aplicados;
Imposto de Importação (II);
ICMS;
IBS;
CBS;
valor total da operação;
taxa de câmbio utilizada na compra.
A medida amplia as exigências de transparência tributária dentro do programa e antecipa adaptações relacionadas à reforma tributária do consumo.

15/05/2026

A Receita Federal passou a permitir o parcelamento digital de débitos de natureza não tributária diretamente pelo Portal e-CAC. A medida simplif**a o processo para contribuintes pessoas físicas e jurídicas, que agora conseguem negociar dívidas como multas administrativas e devolução de restituições indevidas sem precisar abrir requerimentos separados pela internet.

Até então, esse tipo de parcelamento exigia procedimentos mais burocráticos e análise manual da Receita. Com a atualização das regras, o serviço foi integrado ao sistema eletrônico de parcelamentos já utilizado para tributos federais. Segundo a Receita Federal, a mudança busca ampliar a autonomia dos contribuintes e agilizar a regularização das pendências.
O novo modelo contempla débitos de natureza não tributária, como multas administrativas aplicadas pela Receita Federal e valores relacionados à devolução de restituições recebidas indevidamente. Os débitos disponíveis aparecem automaticamente no sistema durante a solicitação do parcelamento.

A Receita informa que o parcelamento pode ser feito em até 60 vezes. O valor mínimo das parcelas é de R$ 200 para pessoas físicas e de R$ 500 para pessoas jurídicas.

Também há incidência de multa de mora de 30% sobre o valor consolidado da dívida. O Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) é emitido automaticamente no momento da adesão, e o pagamento da primeira parcela é obrigatório para efetivar o acordo.
O pedido pode ser realizado diretamente pelo Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal, o e-CAC. O acesso exige conta Gov.br com nível prata ou ouro.

Quer que seu negócio seja a primeira Contabilista em Goiânia?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Endereço


Rua 05, Nº691, Qd C4, L16 Sala 1801 Ed. The Prime Tamandaré, Setor Oeste
Goiânia, GO
74115-060

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Terça-feira 08:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Quarta-feira 08:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Quinta-feira 08:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Sexta-feira 08:00 - 12:30
14:00 - 17:30