28/08/2026
Empresas diferentes.
Profissões diferentes.
Realidades diferentes.
Mas existe um ponto em comum: dinheiro mexe com todo mundo.
E é por isso que uma palestra sobre comportamento financeiro faz sentido em tantos ambientes.
Eu leva esse tema com leveza, verdade e identificação, mostrando que cuidar da vida financeira também é cuidar da paz, das escolhas e das relações.
26/08/2026
Começo do mês é quase um teste psicológico para o liso.
Tem o organizado que promete que agora vai.
Tem o emocionado que recebe e já acha que está rico.
Tem o corajoso que abre o aplicativo do banco.
Tem o fugitivo que passa reto pela notificação.
E tem o clássico:
“quando eu tiver tempo eu olho isso”.
Só que dinheiro não espera a coragem chegar.
Olhar para a vida financeira pode dar medo, mas viver no escuro cobra mais caro.
Não precisa resolver tudo hoje.
Mas precisa saber onde você está pisando.
Toma de conta.
24/08/2026
O liso que não olha continua liso.
Só que agora, liso e desinformado complica é tudo.
Porque quando você não sabe para onde o dinheiro vai, toda renda parece pouca.
Olhar não resolve tudo.
Mas mostra por onde começar.
E quem começa a enxergar já está tomando de conta.
Carteirinha simbólica liberada para quem prometeu olhar o extrato hoje.
20/08/2026
Muita palestra sobre dinheiro começa pelo lugar errado.
Começa pelo número.
Pela regra.
Pela cobrança.
Pelo “você deveria fazer isso”.
Mas quem está sufocado financeiramente muitas vezes já sabe o que deveria fazer.
O problema é conseguir agir.
As palestras de Marco Holanda aproximam o tema da vida real das pessoas.
Com histórias, humor, reflexão e linguagem simples, ele transforma dinheiro em uma conversa possível dentro da empresa.
Porque quando existe identificação, a mensagem não termina quando a palestra acaba.
17/08/2026
O Marco Indica deste mês é o livro Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?, de Christian Barbosa.
E ele conversa muito com vida financeira.
Porque tem gente que sabe que precisa se organizar.
Mas não faz.
Esse livro provoca uma pergunta necessária:
por que a gente foge justamente daquilo que sabe que precisa encarar?
Talvez o primeiro passo não seja aprender mais uma técnica.
Talvez seja parar de abandonar a primeira atitude possível.
Esse é o Marco Indica do mês.
13/08/2026
Tem conta que a pessoa nem abre para não sofrer.
Só que fingir que não viu não resolve.
Só adia o aperreio.
A verdade é desconfortável:
às vezes, o primeiro passo da organização financeira não é pagar tudo.
É parar de fugir.
Porque problema visto ainda pode ser resolvido.
Problema escondido vira bola de neve.
Toma de conta antes que a conta tome conta de você.
10/08/2026
Dinheiro é um assunto pessoal, mas o impacto dele aparece também no trabalho.
Aparece na concentração.
No humor.
Na produtividade.
Na ansiedade.
Na relação com a equipe.
Na dificuldade de planejar o futuro.
Por isso, educação financeira dentro das empresas não pode ser tratada como uma aula fria de planilha.
Precisa ser uma conversa humana.
Nas palestras, Marco Holanda fala sobre dinheiro, comportamento e vida real com linguagem simples, humor e identificação.
Uma conversa que ajuda as pessoas a se enxergarem e começarem a tomar conta da própria vida financeira.
06/08/2026
Tem conta que a pessoa nem abre para não sofrer.
Só que fingir que não viu não resolve.
Só adia o aperreio.
A verdade é desconfortável:
às vezes, o primeiro passo da organização financeira não é pagar tudo.
É parar de fugir.
Porque problema visto ainda pode ser resolvido.
Problema escondido vira bola de neve.
Toma de conta antes que a conta tome conta de você.
05/08/2026
Já conversei com públicos de diferentes segmentos e existe algo que sempre se repete:
Todo mundo quer mais clareza, mais organização e uma relação melhor com o dinheiro.
É por isso que essa é uma palestra que faz sentido para qualquer público.
03/08/2026
Muita gente acha que educação financeira começa quando a pessoa começa a trabalhar.
Começa quando a criança vê os pais brigando por dinheiro.
Quando percebe o medo dentro de casa.
Quando todo mundo finge que está tudo bem.
Quando o assunto só aparece em forma de cobrança.
E depois essa pessoa cresce, vira adulto, mas continua repetindo o mesmo jeito de lidar com dinheiro: no silêncio, no susto ou na briga.
Dinheiro em família precisa sair do lugar de tabu, não para virar cobrança ou julgamento.
Mas para virar conversa simples, sem humilhação.
Porque cuidar da vida financeira também é cuidar das relações.
No fim, não é só sobre pagar boleto.
É sobre viver com menos medo dentro da própria casa.
Tome de conta!
Acesse o link da bio e conheça o Toma de Conta. Falar de dinheiro pode ser mais simples, humano e sem julgamento.