14/08/2026
O Split Payment não estará pronto para começar junto com a cobrança da CBS e do IBS em 2027.
A notícia pode parecer positiva por dar mais tempo para as empresas se adaptarem. Mas o adiamento não elimina a necessidade de preparação.
Na prática, a Reforma Tributária continuará exigindo mudanças em sistemas, processos financeiros, emissão de notas, conciliações e, principalmente, na gestão do fluxo de caixa.
Além disso, o Recolhimento pelo Adquirente (RAD) estará disponível já em 2027 como mecanismo opcional.
Para as empresas, o melhor caminho é usar esse período para entender os impactos e estruturar a adaptação.
Mais tempo para se preparar não significa tempo para esperar.
A Forcontábil acompanha as mudanças da Reforma Tributária para ajudar sua empresa a transformar desafios tributários em estratégia.
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12/08/2026
O prazo mudou, mas a atenção das empresas deve continuar.
O Ministério do Trabalho e Emprego prorrogou o prazo para cadastramento das empresas no Novo PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador).
A data anterior, 25 de julho de 2026, deixou de valer. Um novo prazo ainda será divulgado pelo órgão e, segundo o comunicado, não será inferior a 30 dias contados da publicação da nova informação.
Na prática, isso significa mais tempo para as empresas realizarem ou concluírem sua atualização cadastral na nova plataforma.
Mas esperar a nova data para começar pode não ser a melhor estratégia.
O ideal é aproveitar esse período para:
→ verificar se o cadastro da empresa está regular;
→ conferir e atualizar as informações necessárias;
→ identificar eventuais inconsistências;
→ acompanhar as próximas orientações do MTE.
A prorrogação dá mais tempo. Use esse tempo a seu favor.
A Forcontábil acompanha as mudanças que impactam a rotina das empresas para ajudar você a se antecipar às obrigações e evitar correria na última hora.
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10/08/2026
A Reforma Tributária está acontecendo por etapas e agosto é um bom momento para olhar para dentro da empresa.
Mais do que acompanhar as mudanças na legislação, é preciso transformar informação em ação.
Neste momento, vale revisar:
✔️ sistemas fiscais e ERPs;
✔️ cadastros e parametrizações;
✔️ documentos fiscais;
✔️ processos internos;
✔️ contratos e rotinas operacionais;
✔️ capacitação das equipes;
✔️ cronograma dos próximos marcos da transição.
E atenção: a adaptação não termina em 2026. A transição para o novo modelo tributário seguirá pelos próximos anos, exigindo acompanhamento contínuo.
Para empresários, o desafio não é apenas cumprir uma nova obrigação. É entender como as mudanças podem impactar a operação, os processos e as decisões do negócio.
Por isso, quem começa a se preparar agora ganha tempo para testar, corrigir e tomar decisões com mais segurança.
A Reforma Tributária já está em movimento. Sua empresa também precisa estar.
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03/08/2026
🚨 Nem todas as obrigações da Reforma Tributária foram adiadas.
Foi publicado o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4/2026, que definiu um novo cronograma para a implantação da CBS e do IBS em alguns documentos fiscais.
Mas atenção: não se trata de um adiamento geral.
Enquanto documentos como NF-e e NFC-e continuam com obrigatoriedade em 3 de agosto, outros tiveram a implementação escalonada para 1º de outubro e 1º de dezembro.
👉 O mais importante neste momento é identificar quais documentos fiscais fazem parte da rotina da sua empresa e verificar qual prazo se aplica ao seu caso.
Na Forcontábil, seguimos acompanhando cada atualização da Reforma Tributária para ajudar nossos clientes a se prepararem com segurança e evitar contratempos durante essa fase de transição.
Salve este post para consultar o novo cronograma sempre que precisar.
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27/07/2026
A maior mudança da Reforma Tributária talvez não seja a criação do IBS e da CBS. É a mudança da lógica da tributação sobre o consumo.
Durante décadas, a localização da empresa influenciou decisões de investimento, logística e expansão dos negócios. Incentivos fiscais e benefícios regionais fizeram parte da estratégia de milhares de empresas brasileiras.
Com a Reforma Tributária, essa lógica começa a mudar.
A arrecadação passa a acompanhar, como regra geral, o local onde o consumo ocorre, reduzindo a importância da localização do fornecedor e aumentando a relevância da correta identificação do destino da operação.
Na prática, isso exige uma revisão de processos internos.
O cadastro do cliente deixa de ser apenas uma informação administrativa. Ele passa a influenciar diretamente a emissão da nota fiscal, a apuração dos tributos, o aproveitamento de créditos e a conformidade fiscal.
Mais do que uma mudança legislativa, estamos diante de uma transformação operacional.
As empresas que iniciarem essa adaptação desde já terão mais segurança para enfrentar o período de transição e reduzir riscos futuros.
💬 Na sua opinião, qual será o maior desafio da Reforma Tributária para as empresas: tecnologia, processos ou capacitação das equipes?
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22/07/2026
📚 O CFC publicou uma das orientações mais aguardadas da Reforma Tributária.
A Orientação Técnica nº 1/2026 esclarece que o IBS e a CBS, por serem tributos cobrados “por fora”, não integram a receita da empresa, devendo ser reconhecidos em contas de passivo, enquanto os créditos recuperáveis são registrados no ativo, conforme as Normas Brasileiras de Contabilidade. CFC_Orientacao_Tecnica.pdf
Embora possa parecer um detalhe técnico, esse entendimento influencia diretamente:
• a elaboração das demonstrações financeiras;
• indicadores de desempenho;
• análises gerenciais;
• auditorias; e
• a adaptação das empresas à Reforma Tributária.
A transição para o novo sistema exige muito mais do que ajustes fiscais: exige uma contabilidade preparada para refletir corretamente os efeitos econômicos das operações.
Na Forcontábil, acompanhamos diariamente essas mudanças para orientar nossos clientes com segurança técnica e visão estratégica.
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20/07/2026
🚨 STF retoma processos sobre pejotização: o que muda para as empresas?
A decisão do Supremo Tribunal Federal autorizou o avanço de processos que discutem a contratação de profissionais por meio de pessoa jurídica.
Mas é importante entender: a decisão não declarou a pejotização legal ou ilegal. O STF ainda irá definir a tese definitiva sobre o Tema 1.389.
Na prática, o alerta para as empresas é outro: a análise não será feita apenas pelo contrato assinado, mas pela forma como a relação acontece no cotidiano.
Empresas que utilizam prestadores PJ devem revisar:
✔️ contratos de prestação de serviços;
✔️ forma de pagamento;
✔️ autonomia do profissional;
✔️ rotina de trabalho;
✔️ documentos fiscais e registros da operação.
A contratação de uma pessoa jurídica pode ser uma estratégia legítima para diversos modelos de negócio, desde que exista uma prestação de serviços real e sem características típicas de vínculo empregatício.
A prevenção começa com organização, revisão de processos e alinhamento entre jurídico, RH, contabilidade e gestão.
💡 Sua empresa utiliza prestadores PJ? Esse é o momento de revisar a estrutura dessas relações.
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