Educação Financeira
Consultoria Financeira, com foco em planejamento financeira e assessoria de investimentos.
23/12/2017
Boas festas!!!
29/11/2017
Marcação a Mercado é a atualização diária do preço de um título, que permite saber quanto o investidor receberia hoje se resgatasse os papéis que compõem sua carteira. O seu objetivo é identificar o valor pelo qual um ativo poderá ser negociado no mercado, considerando as oscilações da taxa de juros e do prazo do papel.
Marcação na Curva contabiliza o valor de compra do título mais a variação da taxa de juros contratada, desde a emissão do papel até seu vencimento.Isso quer dizer simplesmente que o valor dos seus investimentos vai ser atualizado todos os dias, de acordo com os juros contratado no momento da compra do título.
# fundosDI
27/11/2017
De acordo com a ANBIMA, cerca de 62,34% dos brasileiros não conhecem nenhum tipo de investimento (nem a poupança). O público que se declara investidor, a maioria está na classe A (42%), com a classe C na ponta oposta (18%).
Infelizmente muitos brasileiros ainda acreditam que título de capitalização, consórcio e guardar dinheiro embaixo do colchão são investimentos. Os poucos que sabem, optam por investimentos que oferecem os piores resultados: Poupança (16%), fundos DI (2%) e planos de previdência privada (1,85%). Enquanto existirem pessoas que aplicam nestes produtos, os bancos vão continuar oferecendo somente esses investimentos (ruins para você e bons para eles). São justamente esses investimentos que garantem as margens de lucro elevadas dos bancos brasileiros.
Reduzindo a sua ignorância financeira através da sua educação financeira você passará a tomar decisões mais inteligentes que visam os seus melhores resultados. Com isso, os bancos serão obrigados a reduzirem taxas para não perderem os clientes mais bem informados e financeiramente educados.
17/10/2017
Nos cartões de crédito e cheques especiais, as taxas dos juros são livres e estipuladas pelos próprios bancos. A SELIC é apenas um dos componentes para determinar o valor delas. A única obrigatoriedade que a instituição tem é a de informar aos clientes quais são os juros aplicados. Os cortes da Selic podem chegar a influenciar a longo prazo na queda dos juros de empréstimos e do cartão, mas no curto prazo três fatores são determinantes para manter os juros do crédito nas alturas:
1. Inadimplência: Com o aumento da taxa de inadimplência durante a crise, é natural que os bancos aumentem seus juros, porque o risco deles levarem o calote de créditos é maior.
2. Disponibilidade de recurso: Como há uma demanda por empréstimos grande, caímos na lei da oferta e da procura, a taxa cobrada naturalmente sobe.
3. Concentração dos bancos: o Brasil possui hoje poucos bancos no sistema financeiro. No fim do ano passado, as quatro maiores instituições financeiras detinham praticamente 80% do mercado. Com pouca concorrência, eles acabam cobrando taxas mais caras.
# fundosDI
31/07/2017
Um dos motivos que fazem os preços aumentarem é uma procura muito grande pelos produtos ofertados. É o que os economistas chamam de lei de oferta e procura. Então, se uma economia está crescendo muito rápido, com baixo desemprego, todo mundo com dinheiro para gastar, os preços tendem a subir. Se a economia está mal, com muita gente sem ocupação e com orçamento apertado, os preços tendem a cair ou ficar estáveis. Então, o segredo para o governo manter a inflação sob controle é ficar de olho em como a economia está crescendo e tentar controlar esse crescimento. Subindo ou reduzindo a taxa de juros.
O que está acontecendo agora no Brasil? Estamos ainda numa grande crise, muita gente desempregada, empresas fechando, consumo baixo, preços estáveis ou caindo. O Banco Central está reduzindo os juros, pois a inflação está dentro da meta e isso pode ser um cenário melhor para o crescimento da economia
# fundosDI
15/06/2017
Bradesco, Itaú, Santander, BB e Caixa formalizam birô de crédito Em comunicado arquivado na CVM, os bancos informam que serão sócios com 20% do negócio cada um, e que ele estará operacional em 2019
15/05/2017
A partir de outubro/2016 o Banco Central começou a flexibilizar sua politica monetária com a redução da taxa básica de juros (Selic). Tendo em vista a melhora das expectativas quanto á redução da inflação bem como na melhora fiscal deveremos ter novas reduções da taxa básica de juros o que reduz o custo de captação dos bancos possibilitando novas reduções das taxas de juros nas operações de crédito.
Momento bom para renegociar dívidas e empréstimos a juros mais baixos para quitar de vez aqueles que custam mais. Mesmo que continue devendo, melhor que seja a um custo mais baixo. Um empréstimo pessoal ou um empréstimo consignado não são baratos, mas passam a ser interessantes quando usados para quitar o saldo do cartão de crédito ou o cheque especial, que custam mais.
11/04/2017
Se até o Albert Einstein confirmou o poder do Juros Composto, nós também podemos fazer o mesmo!
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