Ceccon Contabilidade

Ligar Site Entre em contato com o negócio

Ceccon Contabilidade Ceccon Contabilidade
Endereço: Avenida Brasil Oeste, 239, 6º andar, Sala 604 Passo Fundo/RS
http:\\www.cecconcontabilidade.com.br

Pois é. Tem muito dono de empresa que se paga no sacode e só descobre o problema lá na frente.Vamos separar as duas cois...
07/10/2026

Pois é. Tem muito dono de empresa que se paga no sacode e só descobre o problema lá na frente.

Vamos separar as duas coisas, porque elas não são a mesma:

📌 Pró-labore é a remuneração do sócio pelo trabalho que ele faz na empresa. Tem INSS, tem registro, e é o que constrói o seu tempo de contribuição.

📌 Distribuição de lucro é a sua parte no resultado da empresa. Depende de a empresa ter lucro apurado e de a contabilidade estar em dia.

Quem tira tudo como lucro e nunca registrou pró-labore geralmente economiza no curto prazo. E chega na aposentadoria sem contribuição nenhuma no próprio nome.

Tem outro efeito também: quando o dinheiro da empresa e o dinheiro pessoal viram um só, você para de enxergar se o negócio dá lucro de verdade ou se está só girando.

Separar conta é o primeiro passo. Definir pró-labore é o segundo.

Nunca definiu o seu? Vamos sentar e acertar isso. Só chamar.

Se você vende para outras empresas, já deve ter ouvido essa reclamação. E ela vai pesar mais a partir de 2027.Quem f**a ...
30/09/2026

Se você vende para outras empresas, já deve ter ouvido essa reclamação. E ela vai pesar mais a partir de 2027.

Quem f**a 100% no DAS repassa ao cliente apenas o crédito de IBS e CBS efetivamente pago dentro do DAS. É uma fração.

Quem opta pelo regime regular apura IBS e CBS separadamente, com crédito integral e não cumulatividade plena, inclusive sobre insumos.

Traduzindo: no segundo caso, o cliente empresa aproveita mais crédito na nota que você emite.

Por que isso importa: empresa compradora compara fornecedor pelo custo final, e crédito entra nessa conta.

Se você vende para consumidor final, nada disso pesa — pessoa física não aproveita crédito.

Se você vende para empresa, isso pode virar diferença de competitividade a partir de 2027.

E não é uma escolha automática. Sair do DAS muda a rotina fiscal e exige apuração separada.

A janela fecha dia 30 de setembro.

Antes de decidir, fala com a gente. A conta é do seu negócio, não do vizinho.

Você sabia que o Fator R pode fazer a sua empresa pagar 6% ou 15,5% de imposto no Simples Nacional?Na prática, o Fator R...
10/09/2026

Você sabia que o Fator R pode fazer a sua empresa pagar 6% ou 15,5% de imposto no Simples Nacional?

Na prática, o Fator R é o cálculo que define se determinadas empresas prestadoras de serviços serão tributadas pelo Anexo III ou pelo Anexo V do Simples Nacional.

Funciona assim:

O cálculo compara a folha de pagamento dos últimos 12 meses com a receita bruta dos últimos 12 meses.

A lógica é simples:

- Se o resultado for igual ou superior a 28%, a empresa pode ser tributada pelo Anexo III, cuja alíquota inicial é de 6%.

- Se o resultado f**ar abaixo de 28%, a tributação normalmente vai para o Anexo V, com alíquota inicial de 15,5%.

Agora vem um ponto importante: muita gente acha que, nesse cálculo, entra só o salário dos funcionários.

Mas não é só isso. Na folha considerada para o Fator R podem entrar, por exemplo:

- salários
- pró-labore dos sócios
- CPP patronal
- FGTS
- 13º salário

Ou seja: a forma como a empresa está estruturada influencia diretamente no valor do imposto.

E tem mais: duas empresas com o mesmo faturamento podem pagar impostos bem diferentes, dependendo do percentual do Fator R.

Por isso, esse cálculo não deve ser ignorado.

Para empresas novas, a atenção também precisa ser redobrada.

Como ainda não existe histórico de 12 meses, o cálculo começa com uma projeção anualizada da folha e da receita.

Depois, passa a considerar os valores acumulados até completar os 12 meses de atividade.

Dica Extra:

Acompanhar o Fator R de perto pode abrir espaço para um planejamento tributário mais inteligente.

Em muitos casos, ajustar corretamente o pró-labore e analisar a estrutura da folha pode ajudar a empresa a pagar menos imposto de forma legal.

Quer saber se a sua empresa está no anexo certo ou pagando mais imposto do que deveria? Fale com nosso escritório e faça uma análise tributária estratégica.

Muitos empresários têm contabilidade, mas poucos têm alguém realmente olhando para o negócio deles.Na prática, isso sign...
04/09/2026

Muitos empresários têm contabilidade, mas poucos têm alguém realmente olhando para o negócio deles.

Na prática, isso signif**a receber guias, cumprir obrigações, mas sem orientação, sem estratégia e sem direcionamento.

E é aí que muita oportunidade se perde.

Aqui, o foco não é só fazer o básico. É entender sua empresa, seu momento e ajudar você a tomar decisões melhores.

Nosso trabalho vai além dos números. A gente acompanha, orienta e participa do crescimento do seu negócio.

✔ Atendimento voltado para a realidade da sua empresa
✔ Orientação prática para o dia a dia
✔ Mais clareza nas decisões financeiras e fiscais
✔ Um parceiro contábil, não só um prestador de serviço

Dica: Contabilidade de verdade não é só sobre entregar obrigações — é sobre ajudar você a crescer com mais segurança e estratégia.

Se você quer uma contabilidade que realmente olhe para o seu negócio…

Fale com nosso escritório no WhatsApp e tenha um parceiro ao seu lado!

Os adicionais por risco no trabalho existem para compensar situações diferentes — e a legislação trata isso com critério...
29/07/2026

Os adicionais por risco no trabalho existem para compensar situações diferentes — e a legislação trata isso com critérios técnicos bem definidos.

- Adicional de Insalubridade (Art. 189 e 192 da CLT + NR-15)

É devido quando o trabalhador está exposto a agentes nocivos à saúde acima dos limites de tolerância, como:

Ruído excessivo
Calor ou frio extremo
Produtos químicos
Agentes biológicos (vírus, bactérias)

O diferencial aqui é: O risco é progressivo, ou seja, causa dano ao longo do tempo.

Os percentuais variam conforme o grau:

10% (mínimo)
20% (médio)
40% (máximo)

Calculados, em regra, sobre o salário mínimo.

A caracterização depende de laudo técnico e enquadramento na NR-15.

- Adicional de Periculosidade (Art. 193 da CLT + NR-16)

É devido quando a atividade envolve risco imediato de morte ou acidente grave, como:

Inflamáveis e explosivos
Energia elétrica
Segurança patrimonial (exposição a violência)

Aqui o ponto-chave é: O risco é instantâneo e potencialmente fatal

O Percentual é fixo: 30% sobre o salário-base do trabalhador

Pontos críticos que geram erro nas empresas:

- Não podem ser pagos juntos (regra geral: o trabalhador opta pelo mais vantajoso)
- Não é escolha do empregador — exige perícia técnica (engenheiro ou médico do trabalho)
- Mudanças no ambiente ou função podem alterar o direito ao adicional
- Esses valores impactam férias, 13º e FGTS, aumentando o custo real da folha

-Ou seja: não é só pagar — é classif**ar corretamente.

Dica Extra:

Se sua empresa nunca revisou os laudos (PGR, LTCAT, etc.), você pode estar:

Pagando adicional sem necessidade. Ou deixando de pagar e assumindo um passivo oculto

Quer garantir que sua folha está correta e blindada contra riscos trabalhistas?

Fale com nosso escritório e faça uma análise completa dos adicionais da sua empresa.

Muitos empresários ainda enxergam o controle de ponto eletrônico apenas como uma rotina trabalhista. Mas hoje ele também...
22/06/2026

Muitos empresários ainda enxergam o controle de ponto eletrônico apenas como uma rotina trabalhista.

Mas hoje ele também envolve privacidade, proteção de dados e adequação dos sistemas usados pela empresa.

A matéria do Contábeis destaca que a LGPD vem trazendo novos desafios para o controle de jornada eletrônico, exigindo mais cuidado no tratamento das informações dos trabalhadores e na adequação dos sistemas utilizados.

Na prática, isso signif**a que não basta o sistema registrar entrada, saída e intervalo.

A empresa também precisa olhar com atenção para como esses dados são coletados, armazenados e utilizados, porque o registro de jornada passou a exigir mais responsabilidade no uso das informações dos colaboradores.

Esse tema impacta diretamente as rotinas de RH, Departamento Pessoal e compliance.

Ou seja: além de funcionar bem no dia a dia, o sistema de ponto também precisa estar alinhado com as exigências atuais de proteção de dados, privacidade e governança.

F**a o alerta: revisar o controle de jornada da empresa já não é só uma questão operacional.

É também uma forma de reduzir riscos e tratar os dados dos trabalhadores com mais segurança.

Quer entender se a sua empresa está no caminho certo? Fale com nosso escritório.

Muitos empresários ainda cometem um erro perigoso: tratar a conta da empresa como se fosse uma continuação da conta pess...
26/05/2026

Muitos empresários ainda cometem um erro perigoso: tratar a conta da empresa como se fosse uma continuação da conta pessoal.

Na prática, tirar dinheiro da empresa sem critério e sem registro pode gerar desorganização financeira, problemas com o Fisco e até riscos para o patrimônio do próprio sócio.

O ponto principal é este: nem toda transferência da empresa para a conta pessoal é permitida do mesmo jeito.

As formas mais comuns e corretas de fazer essa retirada são:

- Pró-labore
É a remuneração do sócio pelo trabalho exercido na empresa. Funciona como um “salário” do empresário e deve ser tratado corretamente na contabilidade.

- Distribuição de lucros
É o repasse do lucro que a empresa realmente apurou. Pode ser uma forma mais vantajosa, mas só quando existe lucro de verdade e uma contabilidade regular que sustente essa retirada.

O erro acontece quando o empresário simplesmente transfere valores da conta da empresa para a conta pessoal sem definir o que aquilo representa.

E isso pode trazer consequências como:

-confusão financeira
-tributação indevida
-autuações
-risco de questionamentos fiscais
-perda de segurança patrimonial

Ou seja: não é só tirar dinheiro da empresa. É preciso tirar do jeito certo.

Dica extra:

Antes de fazer qualquer transferência, pergunte:
esse valor é pró-labore ou distribuição de lucros?

Se essa resposta não estiver clara, o risco de erro aumenta.

Quer organizar as retiradas da sua empresa com mais segurança e evitar problemas futuros?

Fale com nosso escritório e tenha uma orientação contábil correta para proteger sua empresa e seu patrimônio.

Hoje, o Imposto de Renda cruza informações de várias fontes com muito mais rapidez e precisão. Por isso, um detalhe que ...
21/05/2026

Hoje, o Imposto de Renda cruza informações de várias fontes com muito mais rapidez e precisão.

Por isso, um detalhe que parece pequeno — como um rendimento não informado, uma despesa lançada de forma errada ou uma divergência nos dados — já pode ser suficiente para gerar pendências e colocar sua declaração em risco.

Muita gente acha que, depois de enviar, está tudo resolvido.
Mas nem sempre está.

Com o apoio do nosso escritório, sua declaração passa por uma análise cuidadosa, feita por profissionais que sabem onde estão os erros mais comuns e o que precisa de atenção para evitar problemas com a Receita.

- Revisão mais segura das informações
- Menor risco de inconsistências e omissões
- Apoio profissional para evitar malha fina
- Mais tranquilidade para declarar com confiança

No IRPF, confiar apenas no “acho que está certo” pode sair caro. O ideal é contar com uma análise profissional antes que o problema apareça.

Fale com nosso escritório agora e envie sua declaração com muito mais segurança!

1. O roxinho foi escolhido para “quebrar o padrão”Enquanto bancos tradicionais usavam cores sérias (azul, verde, cinza),...
19/05/2026

1. O roxinho foi escolhido para “quebrar o padrão”

Enquanto bancos tradicionais usavam cores sérias (azul, verde, cinza), o Nubank escolheu o roxo justamente para transmitir inovação e quebra de padrão no setor financeiro.

2. Começou sem agências e sem lucro por anos

Durante bastante tempo, o Nubank operou sem lucro, focando totalmente em crescimento e experiência do cliente — algo comum em startups, mas ousado no setor financeiro.

3. Atendimento virou diferencial competitivo

Eles investiram pesado no atendimento humano e rápido. Resultado: clientes começaram a compartilhar experiências positivas nas redes sociais — o que virou um dos maiores motores de crescimento da empresa.

4. Expandiu para fora do Brasil rapidamente

Depois de crescer no Brasil, o Nubank expandiu para países como México e Colômbia, adaptando seu modelo para mercados com problemas semelhantes no sistema bancário.

5. Cultura interna inspirada em empresas do Vale do Silício

A empresa adotou práticas modernas de gestão, como autonomia de times e foco em tecnologia — muito inspiradas em empresas como Google e Amazon.

A Nubank nasceu com uma proposta simples: desafiar o modelo tradicional dos bancos.

Mas o que fez a empresa realmente crescer foi a combinação de inovação, foco no cliente e decisões estratégicas fora do padrão.

O grande aprendizado aqui é: empresas que crescem de verdade não fazem mais do mesmo… elas fazem melhor — e principalmente, fazem diferente.

E você, está inovando ou só seguindo o padrão no seu negócio?

Ultrapassar o limite do MEI é, muitas vezes, um sinal de crescimento.Mas esse avanço também exige uma nova estrutura tri...
14/05/2026

Ultrapassar o limite do MEI é, muitas vezes, um sinal de crescimento.
Mas esse avanço também exige uma nova estrutura tributária, contábil e financeira.

Entenda os custos por trás disso:

1. Custo inicial da migração

O processo de sair do MEI e virar ME normalmente envolve um investimento inicial que pode incluir:

- Taxas da Junta Comercial
- Certif**ado digital
- Alvarás e licenças
- Honorários contábeis para conduzir o processo

Ou seja: o custo inicial existe, mas não é o principal impacto financeiro.

2. Custo mensal

Ao sair do MEI, a lógica da empresa muda completamente:

- Tributação deixa de ser fixa

No MEI: valor fixo mensal (~R$ 70 a R$ 80)
Na ME: passa a ser percentual sobre o faturamento

Em geral:

Comércio: a partir de 4%
Serviços: a partir de 6%
Podendo chegar a mais de 15% dependendo da atividade

- Contabilidade passa a ser obrigatória

Diferente do MEI, a ME exige:

Escrituração contábil
Apuração correta de impostos
Entrega de obrigações acessórias

Isso gera um custo mensal, mas também reduz riscos fiscais e trabalhistas.

- INSS muda completamente

No MEI: já incluso no DAS
Na ME: passa a ser pago sobre o pró-labore do sócio

Isso impacta diretamente o planejamento financeiro.

- Mais obrigações e controle

A empresa passa a ter:

Maior rigor fiscal
Necessidade de gestão financeira mais estruturada
Obrigatoriedade de emissão de notas e controle contábil completo

Atenção! Não migrar na hora certa, pode ser uma grande dor de cabeça.

Se você ultrapassar o limite do MEI (R$ 81 mil/ano) e não fizer a transição corretamente, pode ter:

Cobrança retroativa de impostos
Multas e juros
Reenquadramento automático com custo maior

Dica:

Se seu faturamento está próximo de R$ 81 mil/ano, comece a se planejar agora.

Uma migração bem feita pode: reduzir impostos, evitar multas e preparar sua empresa para crescer com segurança

Quer saber exatamente quanto sua empresa vai pagar ao sair do MEI?

Fale com nosso escritório e tenha um planejamento completo e estratégico para o seu crescimento.

Endereço

Avenida Brasil Oeste 239, Sala 604
Passo Fundo, RS
99025001

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Ceccon Contabilidade publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Ceccon Contabilidade:

Atalhos

Compartilhar

Categoria