21/08/2021
Reflexão.
A remuneração do Capital Próprio (ações ou capital social) investido em uma empresa, é uma EXPECTATIVA. Falamos aqui de Dividendos.
A remuneração do capital de terceiros (bonds/empréstimos/financiamentos), é uma realidade, um COMPROMISSO sacramentado. Assinado. Falamos aqui de Juros.
Logo, entendemos um dos motivos que levam o Capital próprio a ser mais caro que o outro. Por ser apenas uma expectativa, isso aumenta o risco de quem investe e, portanto, o retorno requerido pelo investidor.
17/08/2021
Olha...
Empresas reconhecidas como boas pagadoras de dividendos costumam receber uma estrelinha ⭐, ponto positivo no seu caderninho. Isso tende a aumentar seu valor de mercado.
Em contrapartida, costumam receber de presente também um puxãozinho de orelha, com aumento no custo para tomada de financiamentos bancários ou na exigência de um adicional na emissão de Bonds.
A mão que dá é a mesma que tira.
Nessa linha:
Percebam que sócios (capital próprio) e instituições financeiras/bondholders (capital de terceiros), "brigam" entre si o tempo todo, pois disputam o fluxo de caixa da empresa.
Quanto maior o volume de pagamentos recebidos de um lado, maior será o ciúmes e, consequentemente o preço do outro lado.
Assim, educar essa dinâmica entre (1) sócios e (2) credores é vital para a maximização do valor de mercado de qualquer empresa. Isto é, monitorar a estrutura de capital e seus movimentos dentro de um negócio.
06/08/2021
Olha só: como ocorre com o ser humano, todas as empresas têm um ciclo de vida. E para cada uma das fases deste ciclo, as decisões financeiras requerem focos diferentes.
Desconectar a fase atual da empresa do foco que lhe é pertinente pode ser terrível.
Portanto, respeitar as necessidades e características financeiras pertinentes a Fundação > Crescimento > Maturidade e Declínio, é vital para o negócio.
Você saberia exemplificar um exemplo para cada fase?
Poste nos comentários, se preferir.
22/07/2021
Cash is king. O caixa é rei.
Então faça um esforço. Inclua em suas análises financeiras habituais, não somente os tradicionais Balanço Patrimonial e DRE.
Avalie também:
- O Demonstrativo de Fluxo de Caixa
- O Fluxo de caixa livre para a firma
- O Fluxo de caixa livre para os sócios
Novas visões, maior chance de boas decisões.
25/06/2021
Situações que podem ocorrer em uma empresa:
- Um dos sócios deseja deixar a sociedade. Como estabelecer o valor da empresa?
- Os sócios divergem sobre os destinos da empresa. Como resolver?
- O que exigir para que familiares de sócios entrem na empresa?
- E se um membro da família proprietária precisar ser demitido?
- Como evitar que casamentos, separações e testamentos interfiram na empresa?
- Se houver sócios que não trabalham na empresa, como serão informados sobre os negócios?
- Como serão tomadas as decisões estratégicas? - Quem terá poder de decisão? E se não houver consenso, quem decide?
- Como tratar eventuais conflitos de interesse entre sócios?
- Como remunerar sócios e administradores?
O ideal é que essas e outras questões sejam discutidas antes de acontecer e as decisões formalizadas em acordo, protocolo, código de conduta ou outro instrumento que possa indicar o caminho a seguir. Deixar para resolver somente quando a situação já se instalou é conflito quase certo. O problema das empresas familiares não é a família atrapalhando a empresa ou vice-versa, mas a falta de um código de relações que estabeleça direitos e deveres entre os sócios.